quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

DIA 8 DE DEZEMBRO: DIA DA CELEBRAÇÃO EM MEMÓRIA A NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO






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CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA
 
 
Oh, Minha Senhora e também minha mãe
Eu me ofereço, inteiramente, todo a vós.
E em prova da minha devoção, eu hoje vos dou meu coração.

Consagro a vós meus olhos, meus ouvidos, minha boca
Tudo o que sou, desejo que a vós pertença
Incomparável mãe, guardai-me e defendei-me,
Como coisa e propriedade vossa, Amém
Como coisa e propriedade vossa, Amém.
Oh, Minha Senhora e também minha mãe
Eu me ofereço, inteiramente, todo a vós.
E em prova da minha devoção, eu hoje vos dou meu coração.

Consagro a vós meus olhos, meus ouvidos, minha boca
Tudo o que sou, desejo que a vós pertença
Incomparável mãe, guardai-me e defendei-me,
Como coisa e propriedade vossa, Amém
 

COMUNIDADE DE CAZUMBA CELEBRA FESTA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO






quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

REUNIÃO - PREPARATIVOS PARA ENTREGA DAS CAPELINHAS

No ultimo dia 06 de dezembro de 2016, Padre Darlan (Paróquo da Paróquia do Senhor do Bonfim) e membros que compõe as equipes de serviço para a Festa em Louvor ao Senhor do Bonfim se reuniram para distribuição das Capelinhas  que percorrerão as comunidades de nossa Paróquia como já acontece.

As capelinhas serão levadas às comunidades por "Casais Apóstolos" que junto a Comunidade já iniciam os festejos ao nosso Padroeiro com Evangelização e  arrecadação de fundos para o acontecimento da Festa.






NOTA: Os animadores das Comunidades deverão auxiliar na visita das Capelinhas as famílias.



"...DAÍ-NOS A GRAÇA DIVINA..."

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

CONCURSO DE PRESÉPIOS DA PARÓQUIA DO SENHOR DO BONFIM

Convidamos sua Comunidade para participar do Concurso de Presépios que acontecerá no período de 21 a 23 de dezembro de 2016.

Leiam o regulamento, preencham a ficha de inscrição, montem o presépio da Capela de sua comunidade  e que o menino Jesus leve  esperança a todos os corações.



ATENÇÃO:
Data de Inscrição:
Até 10/12/2016;
As Fichas de inscrição podem ser entregue na Água de Cheiro ou na Secretaria da Catedral
Período de avaliação dos Presépios:
21 a 23 de dezembro/2016
Comissão Avaliadora:
Pascom – Pastoral de Comunicação da Paróquia do Senhor do Bonfim

Premiação dos três presépios vencedores:
24/12/2016 na Santa Missa do Galo

sábado, 3 de dezembro de 2016

4 DE DEZEMBRO DE 2016 – 2º DOMINGO DO ADVENTO


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MISSAS DOMINICAIS

7h, 9h e 19h30 – Missa na Catedral
7h30 :  Missa na Comunidade de Carrapichel
9h: Missa no Conjunto Habitacional Brisas do Monte
9h:30 Missa nas Sacramentinas
10h: Batizados
11h: - Missa no Carmelo
17h: Missa na Comunidade do Cazumba
19h30: Missa na Comunidade do Santos Dumont


MISSAS DAS COMUNIDADES

Dia 6 de Dezembro, Terça-feira ...............   As 16h – Missa na Comunidade do Mamão
                                                                       As 17h – Missa na Comunidade de Caatinguinha
                                
Dia 7 de Dezembro, Quarta-feira ............... Às 17h – Missa na Comunidade do Alto Bonito
                                                                                                                                            
Dia 9 de Dezembro, Sexta-feira ..............  As 16h – Missa na Comunidade de Jibóia II
                                                                        
Dia 10 de Dezembro, Sábado ...................   As 19h30 – Missa na Comunidade do DerBA
                                                                      
                    
                                                             
OUTROS AVISOS:


FESTAS EM DEZEMBRO:

  • ·       Tríduo Vocacional em preparação para a Ordenação Diaconal do Seminarista Luan dias 5, 6 e 7/12 às 19h30 na Catedral Diocesana.

  • ·     A Diocese de Bonfim e a Paróquia do Senhor do Bonfim, convida a todos os Paroquianos, Grupos, Movimentos e Pastorais, para a Missa de Ordenação diaconal do Seminarista Luan Saldanha, nesta quinta-feira dia 8/12 às 19h30 na Catedral Diocesana.

  • ·         Dia 08 de Dezembro às 17h Festa de N. Sra. da Conceição em Estiva
  • ·         Dia 11 de Dezembro as 16h Festa de N. Sra. no Cazumba
  • ·         Dia 13 de Dezembro às 16h Festa de N. Sra.  da Conceição na Comunidade de Conceição.


  • ·         Domingo dia 11/12, Carreata com a Imagem de Nossa Senhora Aparecida saindo da Igreja de São José Esposo às 18h30 em direção a Catedral Diocesana, onde será celebrada a Santa Missa. 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

SANTA MISSA DE ENCRRAMENTO DO JUBILEU DA MISERICÓRDIA






       Neste domingo (27/11), na Diocese de Bonfim, após a concentração realizada no Centro Diocesano de Pastoral Nossa Senhora de Lourdes com momentos de reflexão conduzido pelo Pe. Darlan dos Santos e Pe. Jarbas, Confissões com diversos presbíteros da Diocese, Recitação do Terço da Misericórdia, vimos o caminhar de um povo peregrino das diversas paróquias que, com sua fé contrita nos corações conduzia os andores das imagens que retratavam e lembravam seus padroeiros.






    



      Após a procissão, iniciava-se Solenidade da Santa Missa com a  entronização da Imagem do Titular Padroeiro da Paróquia – o Excelso Senhor do Bonfim. Sendo assim, Dom Francisco Canindé Palhano acolhia os fiéis e, em sua homilia conforme a liturgia constituída das leituras do Livro do Profeta Isaías (2,1-5), Salmo 121, Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos (13, 11-14) e o Evangelho de Mateus (24, 37-44) anunciava o início de um Novo Ano Litúrgico com a I Semana do Advento e o Encerramento do Jubileu da Misericórdia. Saudou todos os sacerdotes presentes, as irmãs religiosas consagradas a Deus pela entrega e doação, autoridades civis e militares presentes ou representadas, o Pré-Diácono Luan Saldanha a ser ordenado no próximo 8/12, vocacionados e vocacionadas, coroinhas que em número de 64 lotaram o altar do Senhor para a sua glória em busca da intimidade com Ele; Irmãos e irmãs que vieram das mais longínquos rincões e paróquias, os que vivem na sede da Igreja Diocesana e ouvintes da emissora Rádio Caraíba bem como, ouvintes das redes sociais; enfim, a todos nós, graça, misericórdia e paz . Enfim, comentou: “que alegria quando me disseram vamos à Casa do Senhor e, a casa do Senhor, é esta. É a Igreja Catedral, esta Igreja Mãe onde está a Cátedra do Bispo Diocesano. É a casa onde habita o nosso Senhor. O Nosso Senhor do Bonfim, aquele que do alto da sua Cruz nos ama, nos acolhe e nos perdoa. E é a maior expressão de misericórdia do Pai do Céu. Quis o Papa Francisco, gloriosamente reinante, proclamar para toda a Igreja um Jubileu Extraordinário. Um Ano Santo com uma característica muito especial. Um Ano Santo da Misericórdia. E, sendo o ano Santo da Misericórdia, quis o Papa Francisco relembrar a abertura do Concílio Vaticano II, na Solenidade da Imaculada Conceição, dizendo-nos com isso que, mesmo perante com a gravidade do pecado do homem, quis Deus nos surpreender respondendo-nos com a plenitude do perdão que consola; o perdão que unge e que perdoa com o óleo samaritano que cuida das feridas, as mais diversas, as chagas mais profunda que nos dá a alegria da esperança. Fizemos todo esse caminho atravessando a porta da misericórdia da Igreja Mãe sempre acompanhados pela força de nosso tão Excelso Senhor do Bonfim. Que nos ensina a usar da misericórdia apresentando-a para nós como a força que tudo vence neste Ano jubiloso da Misericórdia...”







       Finalizando a homilia, Dom Francisco Canindé, lembrou dos 10 anos de aniversário de posse na Diocese de Bonfim. Agradeceu a todos pelo apoio, colaboração e compreensão do papel das Pastorais. Desejou que Deus abençoe a todos e, que 2017, seja um ano de prece onde celebramos o ano da Imaculada Conceição. Que seja um ano de aprendizado com Maria Mãe de Deus!

      Concluída a Celebração da Santa Missa, Dom Francisco Canindé dirigiu-se à Santa da Misericórdia onde realizou o fechamento da Porta Santa da Misericórdia. 







terça-feira, 22 de novembro de 2016

PROGRAMAÇÃO DO ENCERRAMENTO DO JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA



PROGRAMAÇÃO DO ENCERRAMENTO DO JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA




      A Diocese de Bonfim realizará, no próximo dia 27/11 (domingo), o Encerramento do Ano Extraordinário da Misericórdia com a seguinte programação:

     ➤ Às 8h - Concentração de Fiéis diocesanos no Centro Diocesano de Pastoral Nossa Senhora de Lourdes - Realização de Confissões com a participação do Clero Diocesano;

     ➤ Às 8h30 - Procissão saindo do Centro Diocesano de Pastoral em direção à Catedral Diocesana;

      ➤ Às 9h - Celebração da Santa Missa de Encerramento do Jubileu Extraordinário da Misericórdia presidida por Dom Francisco Canindé Palhano.

       

    ATENÇÃO: NÃO HAVERÁ CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA NO HORÁRIO DAS 7H.





segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Homilia do Papa Francisco no encerramento do Ano da Misericórdia


HOMILIA
Santa Missa do encerramento do Ano da Misericórdia
Praça São Pedro
Domingo, 20 de novembro de 2016

Boletim da Santa Sé 
A solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo coroa o ano litúrgico e este Ano Santo da Misericórdia. Na verdade, o Evangelho apresenta a realeza de Jesus no auge da sua obra salvadora e fá-lo duma maneira surpreendente. «O Messias de Deus, o Eleito, (…) o Rei» (Lc 23, 35.37) aparece sem poder nem glória: está na cruz, onde parece mais um vencido do que um vencedor. A sua realeza é paradoxal: o seu trono é a cruz; a sua coroa é de espinhos; não tem um cetro, mas põem-Lhe uma cana na mão; não usa vestidos sumptuosos, mas é privado da própria túnica; não tem anéis brilhantes nos dedos, mas as mãos trespassadas pelos pregos; não possui um tesouro, mas é vendido por trinta moedas.
Verdadeiramente não é deste mundo o reino de Jesus (cf. Jo 18, 36); mas precisamente nele – diz-nos o apóstolo Paulo na segunda leitura – é que encontramos a redenção e o perdão (cf. Col 1, 13-14). Porque a grandeza do seu reino não está na força segundo o mundo, mas no amor de Deus, um amor capaz de alcançar e restaurar todas as coisas. Por este amor, Cristo abaixou-Se até nós, viveu a nossa miséria humana, provou a nossa condição mais ignóbil: a injustiça, a traição, o abandono; experimentou a morte, o sepulcro, a morada dos mortos. Assim Se aventurou o nosso Rei até aos confins do universo, para abraçar e salvar todo o vivente. Não nos condenou, nem sequer nos conquistou, nunca violou a nossa liberdade, mas abriu caminho com o amor humilde, que tudo desculpa, tudo espera, tudo suporta (cf. 1 Cor 13, 7). Unicamente este amor venceu e continua a vencer os nossos grandes adversários: o pecado, a morte, o medo.
Hoje, amados irmãos e irmãs, proclamamos esta vitória singular, pela qual Jesus Se tornou o Rei dos séculos, o Senhor da história: apenas com a omnipotência do amor, que é a natureza de Deus, a sua própria vida, e que nunca terá fim (cf. 1 Cor 13, 8). Jubilosamente compartilhamos a beleza de ter Jesus como nosso Rei: o seu domínio de amor transforma o pecado em graça, a morte em ressurreição, o medo em confiança.
Mas seria demasiado pouco crer que Jesus é Rei do universo e centro da história, sem fazê-Lo tornar-Se Senhor da nossa vida: tudo aquilo será vão, se não O acolhermos pessoalmente e se não acolhermos também o seu modo de reinar. Nisto, ajudam-nos os personagens presentes no Evangelho de hoje. Além de Jesus, aparecem três tipos de figuras: o povo que olha, o grupo que está aos pés da cruz e um malfeitor crucificado ao lado de Jesus.
Começamos pelo povo. O Evangelho diz que «permanecia ali, a observar» (Lc 23, 35): ninguém se pronuncia, ninguém se aproxima. O povo permanece longe, a ver o que sucedia. É o mesmo povo que, levado pelas próprias necessidades, se aglomerava à volta de Jesus e, agora, se mantém à distância. Vendo certas circunstâncias da vida ou as nossas expectativas por realizar, podemos também nós ser tentados a manter a distância da realeza de Jesus, não aceitando completamente o escândalo do seu amor humilde, que interpela o nosso eu e o desassossega. Prefere-se ficar à janela, alhear-se, em vez de se avizinhar e fazer-se próximo. Mas o povo santo, que tem Jesus como Rei, é chamado a seguir o seu caminho de amor concreto; a interrogar-se, diariamente, cada um para si: «Que me pede o amor, para onde me impele? Que resposta dou a Jesus com a minha vida?»
Temos depois um segundo grupo, que engloba vários personagens: os chefes do povo, os soldados e um dos malfeitores. Todos eles escarnecem de Jesus, dirigindo-Lhe a mesma provocação: «Salve-Se a Si mesmo» (cf. Lc 23, 35.37.39). É uma tentação pior do que a do povo. Aqui tentam Jesus, como fez o diabo ao início do Evangelho (cf. Lc 4, 1-13), para que renuncie a reinar à maneira de Deus e o faça segundo a lógica do mundo: desça da cruz e derrote os inimigos! Se é Deus, demonstre força e superioridade! Esta tentação é um ataque contra o amor: «Salva-te a ti mesmo» (Lc 23, 37.39); não os outros, mas a ti mesmo. Prevaleça o eu com a sua força, a sua glória, o seu sucesso. É a tentação mais terrível; a primeira e a última do Evangelho. Entretanto, Jesus, face a este ataque ao seu próprio modo de ser, não fala, não reage. Não Se defende, não tenta convencer, não há uma apologética da sua realeza. Mas antes continua a amar, perdoa, vive o momento da prova segundo a vontade do Pai, seguro de que o amor dará fruto.
Para acolher a realeza de Jesus, somos chamados a lutar contra esta tentação, a fixar o olhar no Crucificado, para Lhe sermos fiéis cada vez mais. Mas, em vez disso, quantas vezes se procuraram – mesmo entre nós – as seguranças gratificantes oferecidas pelo mundo! Quantas vezes nos sentimos tentados a descer da cruz! A força de atração que tem o poder e o sucesso pareceu um caminho mais fácil e rápido para difundir o Evangelho, esquecendo depressa como atua o reino de Deus. Este Ano da Misericórdia convidou-nos a descobrir novamente o centro, a regressar ao essencial. Este tempo de misericórdia chama-nos a contemplar o verdadeiro rosto do nosso Rei, aquele que brilha na Páscoa, e a descobrir novamente o rosto jovem e belo da Igreja, que brilha quando é acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor, missionária. A misericórdia, levando-nos ao coração do Evangelho, anima-nos também a renunciar a hábitos e costumes que possam obstaculizar o serviço ao reino de Deus, a encontrar a nossa orientação apenas na realeza perene e humilde de Jesus, e não na acomodação às realezas precárias e aos poderes mutáveis de cada época.
No Evangelho, aparece outro personagem, mais perto de Jesus, o malfeitor que O invoca dizendo: «Jesus, lembra-Te de mim, quando estiveres no teu Reino» (Lc 23, 42). Com a simples contemplação de Jesus, ele acreditou no seu Reino. E não se fechou em si mesmo, mas, com os seus erros, os seus pecados e os seus problemas, dirigiu-se a Jesus. Pediu para ser lembrado, e saboreou a misericórdia de Deus: «Hoje estarás comigo no Paraíso» (Lc 23, 43). Deus, logo que Lhe damos tal possibilidade, lembra-Se de nós. Está pronto a apagar completamente e para sempre o pecado, porque a sua memória não é como a nossa: não regista o mal feito, nem continua a ter em conta as ofensas sofridas. Deus não tem memória do pecado, mas de nós, de cada um de nós, seus filhos amados. E crê que é sempre possível recomeçar, levantar-se.
Peçamos, também nós, o dom desta memória aberta e viva. Peçamos a graça de não fechar jamais as portas da reconciliação e do perdão, mas saber ultrapassar o mal e as divergências, abrindo todas as vias possíveis de esperança. Assim como Deus acredita em nós próprios, infinitamente para além dos nossos méritos, assim também nós somos chamados a infundir esperança e a dar uma oportunidade aos outros. Com efeito, embora se feche a Porta Santa, continua sempre escancarada para nós a verdadeira porta da misericórdia que é o Coração de Cristo. Do lado trespassado do Ressuscitado jorram até ao fim dos tempos a misericórdia, a consolação e a esperança.
Muitos peregrinos atravessaram as Portas Santas e, longe do fragor dos noticiários, saborearam a grande bondade do Senhor. Agradeçamos ao Senhor por isso e recordemo-nos de que fomos investidos em misericórdia para nos revestir de sentimentos de misericórdia, para nos tornarmos, nós também, instrumentos de misericórdia. Prossigamos, juntos, este nosso caminho. Acompanhe-nos Nossa Senhora! Também Ela estava junto da cruz; lá nos deu à luz enquanto terna Mãe da Igreja, que a todos deseja abrigar sob o seu manto. Ao pé da cruz, Ela viu o bom ladrão receber o perdão e tomou o discípulo de Jesus como seu filho. É a Mãe de misericórdia, a quem nos consagramos: cada situação nossa, cada oração nossa, dirigida aos seus olhos misericordiosos, não ficará sem resposta.


Assim, no dia 20 de novembro de 2016 que o papa Francisco presidiu a celebração conclusiva do jubileu da misericórdia, ora iniciada em dezembro de 2015.

Antecedendo esta celebração que se comemorava o Cristo Rei do Universo foi presidido o terceiro consistório (Assembléia de cardeais convocada pelo papa ) do seu pontificado para a criação de 17 Cardeais, dentre eles D. Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília – Brasil, passou a fazer parte do Colégio Cardinalício.

De acordo o Código de Direito Canônico, os cardeais "constituem um colégio peculiar, ao qual compete providenciar à eleição do Romano Pontífice [Papa]", embora as funções dos membros do colégio cardinalício vão para além desta eleição.
Qualquer cardeal é, acima de tudo, um conselheiro específico que pode ser consultado em determinados assuntos quando o Papa o desejar, pessoal ou colegialmente.

Boletim da Santa Sé extraído de: http://noticias.cancaonova.com/

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

PREPARAÇÃO PARA A FESTA DO EXCELSO PADROEIRO SENHOR DO BONFIM

Nossa Igreja já se prepara para Louvar ao
 Senhor do Bonfim!

De 07 a 17 de janeiro de 2017
Do alto da Cruz o Senhor do Bonfim nos confiou a sua Mãe.