sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

SÉTIMA NOITE DO NOVENÁRIO: VISITAR OS PRESOS (Cf. Mt 25, 31-40)




          Abrindo a sétima noite do Novenário, registramos a participação dos motoqueiros que desfilaram pelas principais ruas da cidade homenageando o Excelso Padroeiro Senhor do Bonfim. Nos momentos finais da novena, se aproximaram do altar para que Dom Francisco Canindé concedesse as bênçãos das chaves das motos.

 





         Na celebração contamos com a participação de Dom Francisco Canindé Palhano, Mons. Milton Porfírio dos Santos – Diocese de Petrolina-PE, Pe Jarbas – Paróquia de Antônio  Gonçalves, Pe. Darlan dos Santos e Pe. Clayton Alves.

                            

       
               
               Trecho da fala do Mons.  Milton Porfírio:

               




               "Neste ano somos convidados e impulsionados pelo Jubileu da Extraordinária Misericórdia instituído pela sua santidade, o Papa Francisco.
         Nos deixemos adentrar o mistério de Cristo que se revela aos homens com olhar de misericórdia. Olhar com misericórdia é enxergar os irmãos além  da aparência. É contemplar a essência do ser , da pessoa, É ter capacidade de sentir que a outra pessoa está sentindo, se colocar no lugar do outro. É aproximar nossos sentimentos dos sentimentos, também, do outro.É ser solidário com o outro. Um melhor exemplo que nós temos de alguém misericordioso é Jesus Cristo.  A revelação misericórdia do Deus Pai para nós pecadores. 
             O grande gesto de misericórdia de Jesus foi se entregar para morrer por nós na cruz para nos libertar, livrar do pecado e da morte eterna.
             É esta alegria que nós temos que viver neste período novenário. É um período de conversão, da mudança de vida, de abraçar a fé. A fé deste Deus que amou tanto a humanidade chegando a doar o seu próprio filho. 
            Imitando a Deus devemos ser misericordiosos com o próximo. Olhar para cada irmão com olhar de misericórdia, seja jovem, carcerário ou outro segmento,"
               Nos momentos finais, sugeriu que peçamos a Deus que nos ajude a caminhar cada vez mais rumo a glória de Pai.




                                 MADRINHA DO ALTAR HOMENAGEIA O PREGADOR


Madrinha do Altar: Lea  Maria de S ouza
                                                         
                                                                 ESPAÇO SOCIAL
                      








quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

SEXTA NOITE DO NOVENÁRIO: SOFRER COM PACIÊNCIA AS FRAQUEZAS DO PRÓXIMO E PERDOAR AS OFENSAS (Cf. 18.21-22)




      Nesta noite, tivemos participação de Dom Francisco Palhano, Pe. Darlan dos Santos e Pe. Clayton Alves. 


Momento de louvor ao Senhor do Bonfim


             No sexto dia do novenário em louvor ao Senhor do Bonfim o Pe. Carlos Eduardo, da Paróquia de Caicó - Diocese de Mossoró-RN, discorreu sobre a necessidade de sofrermos com paciência quanto às fraquezas do próximo.
                    









              A dificuldade em lidar com as fragilidades humanas alheias refletem nossa limitação em aceitarmos nossas próprias debilidades. As doenças psicossomáticas são recorrentes na sociedade contemporânea, e por vezes são catalizadas ou gestadas a partir do rancor, do ódio dirigido ao outro.
              Dispondo sobre o evangelho de Mateus no qual Jesus ensina que devemos perdoar nosso irmão  "700 vezes 7", nosso Mestre sinaliza para a importância da conduta compassiva. Devemos perdoar infinitamente a quem nos ofende.
                Vivemos o ano da misericórdia e cada cristão deve estar atento a esta máxima, acolhendo-a efetivamente em seu coração.
       A misericórdia divina recrudesce a nossa esperança salvífica a despeito de nossas vulnerabilidades humanas, Ser misericordioso não é apenas compadecer-se da pobreza mas tornar-se às vezes arrimo, sustentáculo do outro irmão quando suas forças perecem estéreis diante da carência física e espiritual.
                 O Papa Francisco nos conclama a praticarmos as catorze obras de misericórdia, corporais e espirituais, e a refletirmos sobre cada uma. Sofrer com paciência as fraquezas alheias é uma virtude e obra da  misericórdia. É partilhar os dissabores vividos pelo próximo auxiliando-o para transpor suas dificuldades. De outra sorte devemos perdoar as ofensas alheias, materializando assim as palavras da oração  ensina por Cristo, o Pai Nosso.
                   A tarefa de perdoar pode ser penosa, embora, sejamos "imagem e semelhança de Deus". E Ele nos dá livre arbítrio para seguirmos ou não os seus preceitos, no entanto, a manutenção da mágoa nos induz a preservarmos um mal que é auto-reflexivo. Prova disso são as doenças físicas de cunho emocional. Ao perdoarmos nos abrimos à felicidade em sua plenitude, daí a relevância de atendermos ao comando do Pai-Nosso. A vida neste muno é fugaz, transitória, e o nosso legado para vida eterna é o testemunho de nossas boas ações. perdão é libertador, e disto também a nossa redenção.
                  
                  .                           MADRINHA DO ALTAR FAZ HOMENAGEM



Deodete Maia


                                
ESPAÇO CULTURAL
               






quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

QUINTO DIA DO NOVENÁRIO: ROGAR A DEUS PELOS VIVOS E DEFUNTOS E ENTERRAR OS MORTOS (Cf. Lucas 16,19-31)




       Conforme programação dos Festejos do Padroeiro Senhor do Bonfim, às 7h,  celebrada por Dom Francisco Canindé Palhano, realizou-se a Santa Missa onde uma das intenções foi o pedido de uma boa morte e em sufrágio da alma de Dom Jairo Ruy Matos da Silva no  9º. ano  de seu falecimento.
              Dom Jairo Matos permaneceu à frente da Diocese de Bonfim no período de 1974 a 2006. No dia 12/1/2007, a Diocese de Bonfim recebia a notícia do falecimento de um dos maiores pastores diocesanos. Até hoje se torna inesquecível pelas suas obras e ações.

              Mensagem de Dom Francisco Canindé Palhano:



                           

                            


                         
                        


“A vida dos justos está nas mãos de Deus” (Sb 3,1).
Na convicção da fé na vida eterna e da ressurreição, a Diocese de Bonfim se une em sufrágio da alma de Dom Jairo Rui Matos da Silva, seu 5º Bispo Diocesano, que há 9 anos partira para o grande e definitivo encontro com o Deus ao qual tanto amou e serviu ao longo de toda a sua vida.
Nossa prece sincera, acompanhada da saudade e da gratidão pelo bem semeado entre nós, é para que o Senhor da Vida conceda-lhe participar das alegrias reservadas para aqueles que fazem de sua existência um hino de amor a Deus e aos irmãos. Que Deus nos conceda a todos a graça da conversão constante e de alcançarmos a vida eterna.

Dom Francisco Canindé Palhano
Bispo Diocesano de Bonfim



Pe. Alcimário Pereira, Dom Francisco, Seminarista

Seminarista Eduardo


           Dando sequência à novena em honra a Nosso Senhor do Bonfim, sob o pastoreio do bispo Dom Francisco Canindé Palhano, Pe, Alcimar Pereira de Oliveira, da Arquidiocese de Natal-RN - pregador da noite, com o tema: Rogar a Deus pelos vivos e defuntos e enterrar os mortos (cf. Lc 16, 19-31), realizou a bela pregação acerca da necessidade de rogarmos a Deus pelos vivos e defuntos e enterrar os mortos. Reportando-se, de início, à Bula Papal da Misericórdia Vultus, ilustrou a necessidade de sermos compassivos como nossos semelhantes, também, como mecanismos de acesso à glória  de Deus.
             Dispondo sobro evangelho de Lucas  que retrata a vida opulenta de um rico em contraposição à do pobre e chagado Lázaro, que personifica a marginalidade e abandono, o mesmo desmistificou certas idéias determinadas. A abastança e a pobreza, por si mesmo, não introduzem à redenção ou condenação.
          O referido trecho do evangelho revela a aludida dicotomia, ao lado da contraposição entre saúde e doença, porém, em momento algum se reporta à espiritualidade dos dois personagens. O cerne dessa passagem bíblica é a necessidade de por em prática os preceitos cristãos mantendo acesa a esperança da ressurreição. Apesar do vão apelo do "rico" para  que o Senhor envie Lázaro ao mundo dos vivos para adverti-los quanto à imperiosa conversão, evitando sina similar, Cristo o repreende. É preciso crer nos profetas e na Sagrada Doutrina para que no dia do juízo estejamos preparados.
              Ainda que o evangelista se reporte a antinomia céu x inferno, a infinita misericórdia de Deus instituiu o purgatório local intermédio que abriga e purifica as almas ainda indignas de estar na presença de Deus. A vida humana é eterna. e a morte põe termo à vaidade e opulência nivelando todos os indivíduos. Não é condição social que induz à salvação ou condenação  das almas mas, a boa vivência da espiritualidade.
        Nos momentos finais argumentou que devemos, em suma, rogar pelos vivos enquanto permanecem em sua jornada eterna, incumbindo a estes a fiel  imitação do Cristo. O acesso à salvação é construído diuturnamente , à custa da vigilância , da oração e da prática da palavra. De outra sorte também devemos elevar preces pelos falecidos para que, confiantes no justo juízo de Deus, possam alcançar a vida eterna.

FIÉIS LOTAM CATEDRAL 

Djanira Santos Gonçalves da Silva: Madrinha do Altar



                                           ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Pe. Clayton

Dom Francisco Canindé


ESPAÇO CULTURAL






terça-feira, 12 de janeiro de 2016

QUARTA NOITE DO NOVENÁRIO: DAR BOM CONSELHO E ENSINAR OS IGNORANTES (cf. Lc 10, 38-42)



       

    Com mais uma noite  fervorosa ,os fiéis e devotos do Senhor do Bonfim, nesta quarta noite do novenário , lotaram a Igreja Catedral.
       Nesta noite tivemos como Pregador o Pe. Luciano Curvelo de Almeida – Arquidiocese de Feira de Santana. Além deste, contamos com a participação de Dom Francisco Canindé, Pe. Darlan dos Santos e Pe. Cleiton Alves.






      Na sua pregação, Pe. Luciano comunicou que “neste dia o nosso olhar se volta para o Senhor do Bonfim. O nosso olhar se volta para a colina do calvário vislumbrando aqui, a misericórdia do Pai. Aqui é a mansão da misericórdia. Aqui é o lugar que nós tocamos  e experimentamos o divino e mergulhamos em Cristo misericórdia de Deus. Aqui é o lugar de contemplar Cristo na cruz e ao mesmo tempo consciência da nossa missão cristã assumindo nossa cruz do dia a dia.

                                 
      Estamos no ano jubilar da misericórdia. Cristo é a misericórdia para nós, A misericórdia não é simplesmente um sentimento. O sentimento passa. A misericórdia, o amor  de Deus para nós Cristo. Cristo transforma o nosso coração, a vida dos irmãos. Devemos nos levar ao comprometimento com a miséria do outro, com a vida dos irmãos. Colocar-se no lugar
do outro.
      Para dar bons conselhos é preciso indicar bons caminhos; pais aos filhos, professores aos alunos, bispos aos padres. O conselho deve ser dado para o  crescimento pessoal com boas virtudes. Ajudar as pessoas desorientadas. Quem é desorientado está sem rumo, sem ver o brilho da luz, o brilho do sol. Devemos ensinar a ter fé para que as pessoas não procurem outras religiões.
      Ser missionário é uma obra que orienta, que catequisa. É mergulhar nos termos do cristianismo. É ensinar a fé. O pároco é o primeiro catequista da fé na paróquia. Ensinar é indicar o caminho de amor para Cristo. A missão de ensinar é de todos nós. Ensinar é colocar um sinal na vida do outro.


                                    





      Desejou que o Senhor do Bonfim com seu sangue nos lave e renove os nossos corações transformando nossa paróquia”.



          Nos momentos finais a madrinha do Altar homenageou o pregador.






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