segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

SHOW DE PRÊMIOS - FESTEJOS DO NOSSO EXCELSO PADROEIRO SENHOR DO BONFIM 2021


       A Paróquia do Senhor do Bonfim, neste tempo  de pandemia e,  objetivando arrecadar recursos para arcar com as despesas dos festejos do Nosso Excelso Padroeiro Senhor do Bonfim, já dispõe  dos bilhetes para os sorteios do Show de prêmios que serão realizados no dia 17.1.2021. A Festa é sua, a festa é nossa. Colabore! Participe! Os interessados na compra dos bilhetes deverão procurar a Secretaria da Catedral.



O SENHOR DO BONFIM CONTA COM VOCÊ!









quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

DOM HERNALDO FARIAS ATRAVÉS DA SUA CHANCELARIA DIVULGA TRANSFERÊNCIAS DE PRESBÍTEROS











É NATAL: NASCIMENTO DO MENINO JESUS

                                                   

Nascimento de Jesus

Jesus Cristo ou Jesus de Nazaré nasceu em Belém cidade da Judeia, provavelmente no ano 6 a.C. A diferença entre o nascimento "real" de Jesus e o “ano zero” do calendário cristão se deve a um erro de datação, quando a Igreja através do monge Dionísio Exíguo, encarregado pelo papa, resolveu reformular o calendário, no século VI.

Filho de José, um carpinteiro, e de Maria, que segundo o dogma cristão, foi concebida pelo Espirito Santo, nasceu no final do reinado de Herodes Antipas, que acabou em 4 a.C. quando Roma dominava a Palestina.

A data do nascimento de Jesus é uma incógnita, 25 de dezembro era a data em que os romanos celebravam sua festa de solstício de inverno, a noite mais longa do ano. Quase todos os povos comemoravam esse acontecimento, desde o início da civilização.

O dia em que Jesus nasceu não consta na Bíblia, foi uma escolha da igreja, VI séculos depois, para coincidir com as festas de fim de ano, a semana entre o Natal e o Ano Novo.

As principais fontes de informação sobre a vida de Jesus são os quatro Evangelhos Canônicos, pertencentes ao Novo Testamento e escritos originalmente em grego, em diferentes épocas, pelos seguidores dos discípulos Mateus, Marcos, João e Lucas.

Segundo o Evangelho de Lucas, Jesus nasceu em Belém porque na época, o imperador Augusto obrigou seus súditos a se registrarem no primeiro censo do império, dessa forma todos deveriam retornar à cidade de origem para se alistar. Como a família de José era de Belém, ele voltou para sua cidade, levando Maria já grávida.

No relato de Mateus, José soube em sonho que Maria daria a luz a um menino concebido pelo Espírito Santo. Quando Jesus nasceu, os reis magos (integrantes de uma casta de sábios da Pérsia) seguiram uma estrela que os conduziu à Belém.


                                                                      FELIZ NATAL!

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

COMUNICADOS DA PARÓQUIA

 




OUTROS COMUNICADOS:



1. Comunicamos que retornamos com as celebrações semanais. O horário é às 19h (informações na secretaria da Catedral);

2. No próximo sábado (26/12), teremos Celebra Eucarística às 19h.  ( Inscrições na Secretaria da Catedral);

2. Comunicamos aos responsáveis pelos grupos de cantos que, na próxima segunda-feira ( 28/12) haverá reunião na Catedral, após a Santa Missa, para tratar da organização da Festa do Nosso Excelsior Padroeiro Senhor do Bonfim.






sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

REFLETINDO O TERCEIRO DOMINGO DO ADVENTO: ESPEREMOS O SENHOR!


 “Preparai no deserto o caminho do Senhor, abri na estepe uma estrada para o nosso Deus. Sejam alteados todos os vales e abatidos os montes e as colinas; endireitem-se os caminhos tortuosos e aplanem-se as veredas escarpadas. ” (Is 40,1-5.9-11).

 

Irmãos e irmãs em Cristo, no terceiro domingo (13/12) do Advento é chamado “Gaudete”, ou da alegria, devido à primeira palavra do prefácio da Missa: Gaudete, ou seja, alegra-se.

Nesta data são permitidos paramentos rosas, como sinal de alegria, e a Igreja convida os fiéis a se alegrar porque o Senhor está perto.

Domingo “Gaudete” e “Laetare”

Há dois domingos do ano que se permite usar a cor rosa nos paramentos e estes são o quarto domingo da Quaresma (Laetare) e o terceiro domingo do Advento (Gaudete), porque em meio à “espera”, recordar-se que está próxima a alegria da Páscoa ou do Natal, respectivamente.

O Evangelho, deste 3º Domingo, apresenta-nos João Baptista, a "voz" que prepara os homens para acolher Jesus, a "luz" do mundo. O objetivo de João não é centrar sobre si próprio o foco da atenção pública; ele está apenas interessado em levar os seus interlocutores a acolher e a "conhecer" Jesus, "aquele" que o Pai enviou com uma proposta de vida definitiva e de liberdade plena para os homens.

 

EVANGELHO (Jo 1,6-8.19-28)  (Terceiro domingo do advento)

¨Surgiu um homem enviado por Deus; Seu nome era João. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: Este foi o testemunho de João, quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar: “Quem és tu?” João confessou e não negou. Confessou: “Eu não sou o Messias”. Eles perguntaram: “Quem és, então? És tu Elias?” João respondeu: “Não sou”. Eles perguntaram: “És o Profeta?” Ele respondeu: “Não”. Perguntaram então: “Quem és, afinal? Temos que levar uma resposta para aqueles que nos enviaram. O que dizes de ti mesmo?” João declarou: “Eu sou a voz que grita no deserto: ‘Aplainai o caminho do Senhor’” - conforme disse o profeta Isaías. Ora, os que tinham sido enviados pertenciam aos fariseus e perguntaram: “Por que então andas batizando, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?” João respondeu: “Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não conheceis, e que vem depois de mim. Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias”. Isso aconteceu em Betânia além do Jordão, onde João estava batizando”. 

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Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor

COMUNIDADE OLARIA CELEBRA FESTA DE SUA PADROEIRA: SANTA LUZIA

 










quarta-feira, 14 de outubro de 2020

OUTUBRO: MÊS MISSIONÁRIO, MÊS DO ROSÁRIO

 

 OUTUBR: MÊS MISSIONÁRIO, MÊS DO ROSÁRIO, MÊS DE NOSSA SENHORA APARECIDA


                                        

 

             Neste mês, com o Lema: “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8) somos convocados a nos dedicar as missões, a fazermos uma reflexão sobre o nosso caminhar seguindo as pegas de Jesus.  Não podemos esquecer àquela que sempre esteve ao nosso lado. Aquela conselheira, protetora e intercessora. Quantos títulos recebidos! A Ladainha já nos descreve alguns destes títulos.

         A nossa Paróquia do Senhor do Bonfim, através de suas ações mesmo neste tempo de pandemia, a grande gratidão e a importância do papel de Maria, Santa Mãe de Deus, destacando ela como a primeira e eterna missionária.  A primeira comunicadora da palavra de Deus quando disse seu “Sim” a Deus. “Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).

      


        Exemplo destes momentos de louvor e gratidão temos as festas das comunidades Nossa Senhora Aparecida que teve o encerramento do Tríduo no dia 11 e cortejo com a imagem percorrendo as ruas do bairro, com transmissões pelo facebook  e Youtub através da pascom  e a festa de Mãe Rainha, na comunidade do DERBA que terá inicio neste dia 15/10.

                      


quinta-feira, 9 de julho de 2020

domingo, 31 de maio de 2020

SOLENIDADE DE PENTECOSTES





Glória a Deus nas alturas!
       Celebramos hoje com alegria a Solenidade de Pentecostes. O Espírito do Senhor desceu sobre nós e nos congregou na mesma fé e numa só família. O universo todo se renova com a presença do Espírito criador e unificador, o qual nos leva a respeitar e valorizar toda a obra de Deus.
         Neste tempo de pandemia, na Igreja Catedral, tivemos a celebração da Solenidade de Pentecostes presidida por Dom Hernaldo Farias e concelebrada pelos padres Jarbas Gonçalves e Amaro, transmitida pelo youtobe e pascom.
         Neste dia, a Igreja encerra a páscoa, é o momento em que se apaga Sírio Pascal e o Espírito Santos assume o seu lugar com sendo a luz do mundo que guia a Igreja para dar o testemunho de Jesus Cristo.
       Cristo glorificado à direita do Pai continua a cumprir sua promessa, derramando sobre a  Igreja o Espírito vivificador, que nos ensina, nos recorda e e nos faz falar.  O Espírito Santo ensina-nos: é o Mestre interior. Ele orienta-nos pela senda reta, através das situações da vida. Indica-nos o caminho. Nos primórdios da Igreja, o cristianismo era conhecido como “o caminho” (cf. At. 9,2), e próprio Jesus é o Caminho. O Espírito Santo ensina-nos a segui-lo , a caminhar nas suas pegadas.
      O Espírito Santo recorda-nos tudo aquilo que Jesus disse. É a memória viva da Igreja. E, enquanto nos faz recordar, leva-nos também a compreender as palavras do Senhor.
     Ele leva-nos a falar com Deus na oração. A oração é uma dádiva que nós recebemos gratuitamente; é o diálogo com Ele no Espírito Santo, que ora nós e nos permite dirigir-nos a Deus chamando-lhe de Pai, Aba (cf. Rm 8,15, Gl 4,4); e não se trata apenas de” um modo de dizer”, mas da realidade: nós smos realmente filhos de Deus. “Todos aqueles que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm 8,14).
    Ainda neste dia, finalizamos o mês Mariano. A Virgem Maria, que na Anunciação do Anjo recebeu o Verbo de Deus no coração e no corpo e trouxe ao mundo a Vida, é reconhecida e honrada como verdadeira Mãe de Deus e do Redentor. Em vista dos méritos de seu Filho, foi redimida de um modo mais sublime e unida a ele por um vínculo estreito e indissolúvel, é dotada com a missão sublime e a dignidade de ser a Mãe do Filho de Deus, e por isso filha predileta do Pai e sacrário do Espírito Santo. Por esse dom de graça exímia supera de muito todas as outras criaturas celestes e terrestres. Mas, ao mesmo tempo, está unida, na estirpe de Adão, com todos os homens a serem salvos. Mais ainda: é verdadeiramente a mãe dos membros (de Cristo), porque cooperou pela caridade para que, na Igreja, nascessem os fiéis que são membros desta Cabeça. Por causa disso, é saudada também como membro supereminente e de todo singular da Igreja, como seu tipo e modelo excelente na fé e caridade. E a Igreja Católica, instruída pelo Espírito Santo, honra-a com afeto de piedade filial como mãe amantíssima” (LG 53).



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          Fontes: Obras Sociais Redentoristas e Liturgia Diária