segunda-feira, 17 de abril de 2017

VISITA AO COMPLEXO POLICIAL DE SENHOR DO BONFIM

“Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me.”
 (Mateus 25:34-36)


        
 Nesta Sexta-feira Santa dia 14/04/2017, momento  que se deve intensificar o grau da  prática da  oração, do jejum , esmola  bem como, da penitência, a Diocese de Bonfim através da Paróquia do Senhor do Bonfim realizou a entrega do material de cama e banho, no Complexo Policial, doados  na oferta da Santa Missa Solene da Instituição da Eucaristia e Lava-pés realizada no dia 13/4 (Quinta-feira Santa) na Catedral Diocesana. Essa Prática, no ano próximo passado, aconteceu com a participação de Dom Francisco Canindé, Pe. Clayton e o Diácono Luan. 
Neste ano, tivemos a participação de Dom Francisco Canindé, Diácono Luan e os Seminaristas Eduardo e Laerth. A recepção no Complexo aconteceu por parte do Delegado plantonista Dr. Leonardo Virgílio e demais carcereiros. A estes, obrigado pelo acolhimento.

Mais uma vez, aconteceu momento de muita emoção misturado ao sentimento de surpresa demostrada pelo interesse e participação dos custodiados nos momentos de oração. Foram visitadas cinco celas que, no total geral, abriga 101 detentos. Numa das celas estava escrito: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” Frase esta, observada por Dom Francisco e utilizada para um início de conversa.
      A força da entonação de voz ecoada pelos custodiados, de cada palavra pronunciada com veemência, talvez, traduzisse um olhar de arrependimento ou até mesmo uma vontade de sair do cárcere. 
A oração, naquele momento, possivelmente, demostrava a vontade de liberdade. Ou, ainda, jogar de lado todo sofrimento e viver aquele momento traduzindo-o como um pedido de socorro, de reflexão, de oração e até mesmo de satisfação e porque não dizer alegria interior. Quantos são abandonados e esquecidos? Quantos não já perderam os laços familiares? Que vivem na solidão.
     Além do material cedido, através da coleta, houve a distribuição de Evangelhos e terços para cada um. Em cada cela visitada uma oração, um aperto de mão e aplausos; um pedido pra olhar de Jesus na cruz, uma palavra para reflexão, um conselho, um pedido de crença na esperança. 
Texto de José Lima - Pascom da Paróquia de Senhor do Bonfim

SOLENE AÇÃO LITÚRGICA DA PAIXÃO E MORTE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO 14/04/2017

No Dia 14 de abril, sexta-feira da paixão, foi celebrado na Catedral Diocesana, bem como nas comunidades da nossa Paróquia a Solenidade da Paixão de Cristo.

A Paixão, A Morte e a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo constituem o acolhimento central e definitivo de nossa salvação.

É comum ouvir a expressão “Cristo morreu na cruz por nós", mas o que ela significa? Como funcionou, na prática, a redenção dos pecados da humanidade através da morte de Nosso Senhor Jesus Cristo na Cruz?

No Antigo Testamento animais eram sacrificados, pois havia uma aliança entre Deus e o povo de Israel, na qual esses deveriam cumprir a referida aliança obedecendo à Lei. Cabia ao povo ser fiel, todavia, a Lei era muitíssimo rígida, tanto que era quase impossível cumpri-la à risca. Deste modo, foram criados mecanismos para a chamada “expiação", por meio da qual o povo seria redimido de suas faltas.

O sangue significava que o homem merecia, de fato, a morte, pois não obedecera a Lei. Ao jogar o sangue cheio das misérias naquele lugar santo, ele se tornava purificado por causa da presença de Deus. O Santíssimo (Deus) purificava o sangue (povo).

Jesus é o propiciatório! Ao derramar Seu sangue na Cruz, o sangue da vítima toca o propiciatório, por assim dizer e ali acontece o sacrifício expiatório definitivo, posto que perfeito. Na Cruz, o puro e imaculado que é Jesus, toma sobre si os pecados da humanidade. Não mais simbolicamente, como no Antigo Testamento, mas de forma real. 

A miséria, o pecado, a desgraça, a morte tocam no propiciatório que é Jesus e tudo é lavado, purificado, liberto. Para isso é que foi necessária a morte de Cristo na Cruz.

Nossa Paróquia celebrou em solene ação Litúrgica (Presidida por Dom Francisco) a fim de reviver esse momento doloroso, mas que nos devolve toda a esperança.



Com o beijo da Cruz e Procissão com a imagem do Senhor morto e Nossa Senhora da Soledade todos os fiéis puderam viver momentos de grande devoção, demonstrações de amor e gratidão com Aquele que veio para nos libertar, veio para que todos tivessem vida eternamente!


Apoio para o texto retirado de:
Cançãonova.com
padrepauloricardo.org


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domingo, 16 de abril de 2017

SANTA MISSA SOLENE DA INSTITUIÇÃO DA EUCARÍSTIA E LAVA-PÉS

Quando chegou o momento de Sua morte e partida para a eternidade, Jesus em Sua bondade infinita nos ofereceu o melhor presente: instituiu a Sagrada Eucaristia, Presença real dEle Mesmo com Seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade na Hóstia e no Vinho Consagrados.


Momento registrado por São Mateus: "Enquanto comiam (a Ultima Ceia), Jesus tomou um pão e, tendo abençoado, partiu e, distribuindo aos discípulos, disse: Tomai e comei, isto é o Meu Corpo . Depois, tomou um cálice e, dando graças, deu-lhes dizendo: dele Bebei todos, pois isto é o Meu Sangue, o Sangue da Aliança, (nova Aliança) que é derramado por muitos para remissão dos pecados". (Mt 26,26-28).

No dia 13/04/2017 ao entardecer nossa Paróquia celebrou a Santa Missa de instituição da Eucaristia e lava-pés, sendo ministrada na Catedral Diocesana por Dom Francisco Canindé Palhano, nosso bispo Diocesano e dando inicio ao Tríduo Pascal.
Nesta mesma celebração tivemos o rito do Lava-Pés, rito este que contém duplo significado, à luz do Evangelho de João:
– uma imitação do gesto realizado por Cristo ao lavar os pés dos Apóstolos no Cenáculo;
– a expressão do doar-se a si mesmo, exemplificada com aquele ato.

No momento em que se abaixou até os pés dos discípulos e os lavou, Jesus quis deixar claro que se fez servo e que nós também devemos ser servos uns dos outros: “Também vós deveis lavar os pés uns dos outros”, afirma Ele, claramente, em Jo 13,12-14.
Foi representando este momento tão “simples” e rico de humildade e amor que Dom Francisco lavou os pés de doze jovens estudantes do Educandário N. Sra. Do Santíssimo Sacramento – Sacramentinas.


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SANTA MISSA DO CRISMA E BENÇÃO DOS SANTOS ÓLEOS - RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS

Quinta-feira Santa, que nos insere no âmago do Mistério pascal de Cristo. E no dia 13/04/17 aconteceu em nossa Catedral Diocesana este prelúdio do Tríduo Pascal – que se iniciou propriamente com a Missa vespertina da Ceia do Senhor.

Na "Missa do Crisma" se abençoam o óleo dos catecúmenos e dos enfermos e se consagra o Santo Crisma, daí, ser também chamada "Missa dos santos óleos".


Ainda nesta celebração renovam-se as promessas sacerdotais pronunciadas no dia da ordenação, sendo por isso mesmo também chamada Missa da Unidade, "expressando a comunhão diocesana em torno do mistério pascal de Cristo, constituindo um momento forte de comunhão eclesial, de participação intensa das comunidades e de valorização dos sacramentos da vida da Igreja" como afirma Dom José Luis Azcona Hermoso bispo da Prelazia do Marajó, no Pará.


Durante a celebração na Catedral Diocesana e durante a homilia Dom Francisco Canindé nosso bispo Diocesano falou para os sacerdote que ele é grato a Santa igreja pelo sim de cada um, pois eles foram aceitos a trazerem cristo a nós.
Segundo Dom Francisco, no altar lhe são reunidos 2 dons: o sacramento do corpo e sangue de cristo e o dom do sacerdócio.
O sacerdócio de cristo foi dado a tantos homens e a eficácia dele para que permaneça o amor necessário.

Nós sacerdote fomos escolhidos para sermos ministros e para levar a palavra. E assim levar a salvação, afirma o reverendíssimo.


Citou ainda uma das cartas de São Joao Paulo II aos sacerdotes, onde na mesma falava que todo sacerdote tem uma ligação à mãe de Deus. Com base nessa frase, Dom Francisco citou que nesse ano mariano é conveniente que a igreja recorde sobre o quanto Jesus confiou sua mãe a João, e ele expressou a verdade sobre o verbo que se fez carne e está no meio de nós.



Nesse momento falou um pouco dos óleos dos catecúmenos, dos enfermos e do santo crisma. Por eles todos ungidos, recebem o mesmo espírito e somos chamados de cristãos ungidos. A unção nos dar a vivência maior na caridade e nos faz cumprir a vontade do espírito santo.



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sábado, 15 de abril de 2017

12/04/17 OFÍCIO DAS TREVAS

O Ofício de Trevas, embora o nome possa dar a entender, não é um rito enigmático e obscuro, mas um das orações mais belas da Semana Santa. É a recitação do Ofício de Leituras combinado com Laudes realizado na noite da quarta-feira, na madrugada, ou na manhã da quinta-feira da Semana Santa e marca o início do Tríduo Pascal. 



Durante os séculos houve muitas formas musicadas, inclusive não apenas na forma gregoriana, mas também na forma de música clássica. Durante muito tempo este rito permaneceu guardado pela igreja, mas atualmente vem sendo retomado em diversas paróquias e dioceses do Brasil, inclusive na Diocese de Bonfim e, em particular na Paróquia do Senhor do Bonfim que, este ano, contou com a participação de Dom Francisco Canindé Palhano, Pe. Shirleno da Arquidiocese de Natal e Diácono Luan e aconteceu no ultimo dia 12 de abril.


          O Ofício de trevas mostra, de forma bastante clara, a figura do servo Sofredor e, junto dEle, nos colocamos rezando e meditando sobre os Sofrimentos de Sua Paixão e Morte na Cruz. Este nome (Ofício de Trevas) tem diversas explicações. Entre elas:

  • As trevas naturais de meia-noite ao anoitecer, ou seja, as horas destinadas à recitação do ofício, lembrando as palavras de Cristo preso nas trevas da noite: “Haec est hora vestra et potestas tenebrarum” (Esta é a vossa hora e do poder das trevas.) (Lc 22, 53);
  • As trevas litúrgicas, quando durante as cerimonias da paixão apagam-se todas as luzes na igreja, exceto uma;
  • As trevas simbólicas da paixão.
         No Altar foram colocadas sete velas. Uma delas é de cor branca e todas as outras são feitas de cera amarela e comum, como sinal de luto e pesar. As velas que vão se apagando representam os discípulos, que pouco a pouco abandonaram Nosso Senhor Jesus Cristo durante a Paixão.



         No final de cada um dos Salmos que foram cantados, o cerimoniário apagou uma das velas. Ao mesmo tempo, as luzes da Igreja catedral foram apagadas também. As velas foram apagadas sucessivamente, até restar apenas uma, a branca. Esta vela não será apagada. Esta vela branca, significa Nosso Senhor que, por breve tempo, se retira do meio dos homens e baixa ao túmulo, para reaparecer, pouco depois, fulgurante de luz e de glória.


SANTA MISSA E UNÇÃO DOS ENFERMOS E IDOSOS


Ainda dentro da programação da Semana Santa, no dia 11/04/17 (Terça-Feira), foi ministrada por Dom Francisco Canindé Palhano, na Catedral Diocesana, a 
Santa Missa em favor e unção dos enfermos e idosos. 



A mesma é realizada como forma de alívio para as dores e fortaleza dos que sofrem de alguma enfermidade/ velhice. Os enfermos e idosos são chamados a serem “ungidos” com o Óleo Santo e, é através deste, que o cristão recebe uma graça especial para enfrentar as dificuldades próprias de uma doença grave ou velhice.



Dom Francisco iniciou a homilia falando o quão é importante o período da quaresma para refletirmos e nos redimirmos dos nossoa pecados. Pois, este periodo é um convite para nos aproximarmos de Jesus, o qual nos contempla, nos abraça e nos cura de todas as enfermidades. O mesmo também nos alerta que a enfermidade é algo particular que aflige nossa consciência e que nunca devemos considerar a doença ou velhice como um castigo de Deus, pois o sofrimento é a ponte para o céu. 

Devemos sim, lutar diariamente e ardentemente contra a enfermidade, para que a saúde se difunda por toda a terra. Assim, enquanto católicos precisamos está a cada dia mais próximos de Jesus, através da oração, ou seja, buscar as coisas do alto, pois Jesus é o nosso conforto e foi Ele  que  passou por todo o sofrimento para sermos  curados, Ele mesmo tomou nossas enfermidades para Si.

Após a homilia e uma oração para os enfermos e idosos, foram ungidos por Dom Francisco e por Pe. Darlan dos Santos 183 pessoas com o Santo Óleo.





CRISTO RESSUSCITOU ALELUIA! AVISOS


PÁSCOA!
                                                               


     
MISSAS DOMINICAIS


7h, 9h e 19h30  – Missa da Páscoa na Catedral Diocesana
7h30 – Missa da Páscoa na Comunidade de Carrapichel
10h: - Batizados
10h: - Missa da Páscoa na Comunidade da Gamboa
11h:  - Missa da Páscoa no Carmelo
17h: - Missa da Páscoa na Comunidade de Tijuaçu
17h:-   Missa na Páscoa na Comunidade de Estiva
17h:30  - Missa da Páscoa na Comunidade de Passagem Velha
19h:30  - Missa da Páscoa na Comunidade de Santos Dumont



MISSAS E CELEBRAÇÕES DESTA SEMANA:


Terça-feira, dia 18 de abril:
16h – Missa na Comunidade do Barro de Cima
19h30 – Missa na Comunidade de Jibóia

Quinta-feira, 20 de abril:
16h – Missa na Comunidade de Lage
17h – Missa na Comunidade do Cruzeiro

Sexta-feira, 21 de abril:
17h30 – Missa na Comunidade de Tanquinho

Sábado, dia 22 de abril :
17h – Missa na Comunidade do Pernambuquinho



OUTROS AVISOS:


      Dia 18 de abril, às 20h, na Catedral Diocesana, acontecerá a realização da Escola de Maria;

Dia 19 de abril, às 19h, na Comunidade Kolping será realizada a apresentação do Tratado aos que desejam se consagrar a Nossa Senhora;

A Paróquia do Senhor do Bonfim convoca todos os Catequistas do Crisma, da Zona rural  e urbana para encontro de formação no dia 22 de abril, próximo sábado, das 10h ao meio-dia,  no Centro de Catequese- Rua Visconde do Rio Branco, 159;

De 19 a 23 de abril, acontece a Festa em homenagem a Santo Expedito na Comunidade do Itapicuru;

De 23 a  26 de abril, a comunidade de Limões celebra a Festa em homenagem a Nossa Sra. do Bom Conselho;


quarta-feira, 12 de abril de 2017

VIA SACRA DIRIGIDA PELOS JOVENS DA MISSÃO GALILÉIA


No dia 10/04/2017 os Jovens da Missão Galiléia dirigiram e encenaram a Via Sacra (na programação da Semana Santa da nossa Paróquia) levando a todos os Cristãos meditarem em cada uma das estações ou etapas vividas por Nosso Senhor Jesus desde o pretório (Tribunal) de Pilatos até o Monte Calvário.





1.    Estação: Jesus é condenado à morte
2.    Estação: Jesus carrega a cruz às costas
3.    Estação: Jesus cai pela primeira vez
4.    Estação: Jesus encontra a sua Mãe
5.    Estação: Simão Cirineu ajuda a Jesus
6.    Estação: Verônica limpa a face de Jesus
7.    Estação: Jesus cai pela segunda vez
8.    Estação: Jesus encontra as mulheres de Jerusalém
9.    Estação: Jesus cai pela terceira vez
10.  Estação: Jesus é despojado de suas vestes
11.  Estação: Jesus é pregado na cruz
12.  Estação: Jesus morre na cruz
13.  Estação: Jesus é descido da cruz
14.  Estação: Jesus é Sepultado
15.  Estação: Ressurreição de Jesus

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ESCALA DE VIGÍLIA E ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

ATENÇÃO GRUPOS, MOVIMENTOS PASTORAIS!

ESCALA DE VIGÍLIA


A adoração exige amor extremo, sem reservas, fazendo com que a pessoa, seja levada a reverenciar a Deus com orações, devoção e honra. "Adorar a Deus é, no respeito e na submissão absoluta, reconhecer 'o nada da criatura', que não existe a não ser por Deus. Adorar a Deus é, como Maria no Magnificat, louvá-lo, exaltá-lo e humilhar-se a si mesmo, confessando com gratidão que ele fez grandes coisas e que seu nome é santo. Adoração do Deus único liberta o homem de se fechar em si mesmo, da escravidão do pecado e da idolatria do mundo." (CIC 2096, 2097).


Apoio textual retirado de: http://wiki.cancaonova.com

CONTEMPLAÇÃO DAS SETE DORES DE NOSSA SENHORA - 11/04/2017

A Coroa das Sete Dores da Santíssima Virgem Maria tem uma clara conotação cristológica e eclesial, ou seja, está intimamente ligada a nosso Senhor Jesus Cristo e à Santa Igreja. Pois, esta oração ajuda-nos a descobrir o significado salvífico da dor da Mãe de Deus no contexto do mistério de Cristo e da Igreja. Mas, ao mesmo tempo, esta tem uma conotação antropológica, enquanto faz-nos compreender o valor do sofrimento de Nossa Senhora relacionado com a nossa condição existencial, com as nossas lutas e angústias, aspirações e destino.
No dia 11/04/2017 as 19:30h nossa Paróquia do Senhor do Bonfim contemplou a dor da Virgem Maria com muita devoção.



Memória das Dores de Maria


1ª dor: Maria acolhe, com fé, a profecia de Simeão
 (cf. Lc 2,34-35).


2ª dor: Maria foge para o Egito com Jesus e José 
(cf. Mt 2,13-14).


3ª dor: Maria procura Jesus perdido em Jerusalém 
(cf. Lc 2,43-45).


4ª dor: Maria encontra-se com Jesus no caminho do Calvário
 (cf. Lc 23, 26-27).


5ª dor: Maria permanece junto à cruz do seu Filho
 (cf. Jo 19,25-27).


6ª dor: Maria recebe nos braços o corpo de Jesus deposto da Cruz
 (cf. Mt 27,57-59).



7ª dor: Maria leva ao sepulcro o corpo de Jesus à espera da ressurreição
 (cf. Jo 19,40-42).


Apoio para o texto retirado de: http://blog.cancaonova.com