segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

SOLENIDADE DO SENHOR DO BONFIM





"Senhor do Bonfim, Deus eterno e Verdadeiro do lenho da cruz libertastes a humanidade inteira. Aos vossos pés humildemente vos pedimos: lançai vossa benção sobre nós, lançai vossa benção sobre nossa Paróquia, nossas comunidades e animadores, nossa diocese e todo o clero, sobre as famílias e todo o povo. Escutai o clamor dessa gente sofrida que brota desse imenso sertão. Olhai com benevolência os mais necessitados e oprimidos, socorrei em suas dores os mais pobres e sofredores. Não nos deixeis sucumbir diante das dificuldades, ameças e desafios. Dai-nos sempre a perseverança na busca constate do vosso Reino, que começa em nosso meio. E, por fim, Redentor nosso, conduzi-nos às alegrias da vossa casa na contemplação  do mistério da vossa gloriosa Ressurreição junto a Deus Pai na Unidade do Espírito Santo. Amém!"

          Neste dia 17 de janeiro a Paróquia do Senhor do Bonfim amanheceu ao som da Alvorada festiva, com repique dos sinos, queima de fogos e Hino. Amanheceu cheio de graças concebido pelo Excelso. As chuvas que caíram neste dia serviram para aumentar o fervor, pela fé, da gente sofrida deste imenso sertão que jamais desanimou ou perdeu as esperanças por melhores dias.


                                               









           Às 16h30, iniciava o processo de encerramento da grande festa. Registramos a presença de Dom Francisco Canindé Palhano, Pe. Darlan dos Santos, Pe. Weider Gerlan e Pe. Carlos Junior.


           A  homilia, proferida pelo Pe. Darlan, fez menção as leituras do Livro dos Números (Nm 21, 4B-9), Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses (FL 2, 6-11) e evangelho de João (Jo 3, 13-17) onde centrava a ideia de que A Cruz de Cristo é para nós sinal de vitória. Por ela renovamos a nossa esperança que a vitória de Cristo é nossa Vitória. Por meio da escuta e vivência da Palavra de Deus, revivemos o mistério de Cristo que se submete à cruz para vencê-la definitivamente. Somos convidados a olhar na perspectiva de Deus, a centrar o nosso olhar no rosto de Cristo, rosto de misericórdia e rosto de esperança.
           Em comunhão com toda a Igreja que vive a celebração do Ano Santo da Misericórdia, elevemos nosso olhar para o alto da Sagrada Colina e contemplemos a Cruz do Cristo que, com o lado transpassado pela lança, jorra sua misericórdia. Esse Cristo que se entregou por nós, e que por seu imenso amor atraiu todos para si. De seu lado aberto correu sangue e água, fontes de misericórdia  Divina, Misericórdia esta que se encontra aberta a todos, para que possam haurir das fontes da salvação. O coração transpassado do Senhor do Bonfim se faz morada e abrigo para os que sofrem, tanto espiritual como corporalmente. Não tenhamos medo de nos aproximar de Jesus e de colocar dentro de seu coração a nossa vida inda inteira.

         Quanta gratidão devemos ter para com o Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, por esse gesto de amor tão profundo demonstrado no alto da Cruz.

                                                            Momentos da procissão





















                                           


CASAL RESPONSÁVEL PELA GUARDA DO ESTANDARTE E ORAÇÃO NESTE ANO DE 2016 





SHOW DE FRANCIMAR MONTEIRO




PRÊMIOS SORTEADOS



domingo, 17 de janeiro de 2016

NONA NOITE DO NOVENÁRIO: CORRIGIR OS QUE ERRAM. (Cf. Mt. 18,15-18)






      O último dia da novena devotada ao Senhor do Bonfim, dia 16/01/2016, foi marcado novamente pela ilustre presença do Reverendíssimo Bispo, Dom Francisco Canindé Palhano. Participaram, ainda, Pe. Darlan dos Santos, Pe. Clayton Alves. Merece destaque ainda a presença da madrinha do altar Dirce Mariana da Silva. 




            


















               O Pregador da noite, Pe. Carlos Antônio Barbosa de Araújo Júnior, da Arquidiocese de Passo Fundo- RS dispôs sobre o tema: " Corrigir os que erram", com arrimo no evangelho de Mateus 18: 15-18. 


                                


           À época em que se fez homem , Jesus sempre acolheu com complacência os sofredores e pecadores. Nesta toada nos deixou como legado as salutares obras de misericórdia, dentre as quais a correção dos que erram. Ao contemplarmos o Cristo crucificado em nome da remissão de nossos pecados emerge cristalina em nós a certeza de Seu infinito e sublime Amor. A passagem supracitada do evangelho faz apologia à necessidade de corrigirmos e perdoarmos o irmão que incorre em erro/ pecado. 
           Que o Excelso Senhor do Bonfim reaviva o dom de Deus em nós, e nos suscita à oração e conversão. Imbuídos do Santo Espírito que jorra em nossa Igreja vivemos de forma mais vivida a Misericórdia. Estamos, aliás, em um ano temático que sobretudo impõe a atitude fundamental daqueles que desejam efetivamente imitar Jesus. Malgrado sejamos imperfeitos Ele morreu para salvaguardar a nossa redenção, e nos elegeu como seus filhos amados.  A Misericórdia se apresenta como Sua mais autêntica face. É justamente em socorro dos doentes, pecadores e necessitados de cura que Ele veio à Terra.  
             O Evangelho reflete o agir de Jesus que, em última análise, espelha a doutrina do Amor. Ao corrigir os que erram estamos subjugados ao compromisso ou incumbência de sermos co-responsáveis uns pelos outros. Diante do império dos valores egoísticos vigentes nos inclinamos à omissão ou ao julgamento leviano da conduta alheia. Apontamos o "cisco nos olhos dos outros" ao passo que nos esquecemos de remover primeiro a "trave" que cega nosso discernimento/ melhor juizo. Não nos cabe o condão de julgar nossos semelhantes mas ampará-los em suas fraquezas. Apartemo-nos do mau exemplo de Pilatos que "lava as mãos" enquanto Jesus nos ensina, ao revés, ao não desistimos de ninguém.


      Devemos cultivar a paciência e a criatividade para irmos ao encontro daqueles que sucumbem ao pecado. A Sagrada Escritura, nesta mesma perspectiva, também ilustra a parábola do credor inclemente. Apesar de ter sido benefício com o perdão de seu antigo débito , não reproduz este mesmo ato de misericórdia em face de seu devedor. Desnuda, então, o seu amor deveras frágil aos preceitos cristãos porque "aquele que muito se ama , muito se perdoa". 
    No episódio da pecadora perdoada Jesus demonstra que nenhum homem é impassível de erros. Por isso não podemos nos arvorar à condição de juízes sendo que nenhum de nos poderá ser reputado irrepreensível diante de Deus. Jesus não nos condena,mas, devemos acolher Seu chamado para caminharmos com retidão, imitando-o em tudo. Que o Senhor do Bonfim nos ensine a materializar a Misericórdia, e sejamos cada vez mais dignos de acolher e amparar os que mais precisam de nós. Texto: Ana Carolina Belitardo- Pascom





                            MADRINHA DO ALTAR FAZ HOMENAGEM AO PREGADOR




À ESQUERDA: MADRINHA DO ALTAR

                                      

                                         GALERIA DE FOTOS: ESPAÇO CULTURAL


SHOW  CATÓLICO:  SANDRO MENEZES -  CIDADE DE NATAL                       





                                                       


DOM FRANCISCO E REPRESENTANTES PAROQUIAIS





LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR DO BONFIM: AQUI FICA MARCADO A HOMENAGEM DA PASCOM. LEMBRANÇAS DOS MOMENTOS INESQUECÍVEIS



 




 MUITA ALEGRIA E EMOÇÃO!





PRÓXIMO ANO TEM MAIS!

sábado, 16 de janeiro de 2016

OITAVA NOITE DO NOVENÁRIO: CONSOLAR OS AFLITOS (Cf. Jo, 11, 1-26)




             Nesta noite do novenário, registramos a presença de Dom Francisco Canindé Palhano, Pe, Darlan dos Santos, Pe. Clayton Alves e Pe. João Eleutério.

                                    

         Dando continuidade aos festejos, nesta oitava noite do novenário em honra ao Excelso padroeiro Senhor do Bonfim, o pregador, Pe. Clayton Alves de Freitas dispôs sobre o tema: "Consolador do Aflitos.






             Com espeque no evangelho de Jo, 11, 1-26, que retrata o episódio da ressurreição de Lázaro, ilustrou o ensinamento de Cristo para disponhamos a servir os outros. 
            Ao longo de nossa jornada terrena estaremos suscetíveis às atribulações. Nenhum homem está imune às mesmas em seus diversos matizes: a dor irreparável da perda de um filho, a falta de perspectiva quanto a um porvir melhor, etc. Os murmúrios e lágrimas decorrentes destas aflições se revelam estéreis porque apenas Cristo revigora nossas forças e é o Grande Consolador.
        Todo homem padece diante do convite a conduzir a vida com santidade, a despeito do livre-arbitrio concedido pelo Pai Celeste. Nesta toada a Virgem Maria se apresenta como o nosso mais perfeito arquétipo de virtude. Não foi sem razão que a Bem Aventurada foi criada por Deus para ser a mãe do Senhor, e reúne todos os predicados daqueles que almejam  desfrutar da Glória de Deus. 
        Cristo nos convida a " entrar pela porta estreita" não por vaidade, o que nos induziriam à perdição e morte. Devemos nos afligir com o que nos conduz ao progresso de nossas almas curvando-nos sempre à Misericórdia de Deus. 
      Supliquemos para que nos livre de tudo o que conspurca e atua como entrave à Nossa salvação: o egoísmo, a vaidade, a desobediência, a avareza. As dificuldades que encontrarmos em nosso percurso terreno devem nos impelir cada vez mais a nos confiarmos à vontade do Senhor. Somente Ele é o Justo Juiz e tudo faz conforme Sua Vontade. 
       Entreguemo-nos com confiança à Sua Soberana Vontade na certeza de que tudo concorre para o nosso bem, e infinita é a Sua Misericórdia. Somente assim poderemos alcançar a paz que tanto desejamos para aplacar nossos pobres corações  inquietos e vacilantes.

                  
                                           MOMENTOS DA CELEBRAÇÃO






À esquerda: Denize Maria de Souza - Madrinha do Altar

ESPAÇO SOCIAL


           




HONRA E GLÓRIA AO

SENHOR DO BONFIM