sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

OITAVO DIA DO NOVENÁRIO: IGREJA, UNA E SANTA



          Em comunhão com todas as comunidades, Paróquias e Dioceses  formamos esta grande nação Igreja que chamamos Católica, Apostólica e Romana. Em particular, neste imenso sertão, o Senhor do Bonfim generosamente nos concedeu essa graça de levantarmos a haste à frente da Catedral, no longo desse tempo, para que pudéssemos assumir o compromisso de estamos sempre nos lembrando da sua condição humana que o levou à cruz mostrando-nos a latitude e a profundidade de seu amor por nós. Bendigamos ao Glorioso Senhor do Bonfim, autor de toda cura e salvação, pelas bênçãos derramadas sobre seus fiéis devotos sofridos que acreditam  Nele e em sua grande esposa: nossa Igreja, Una e Santa.
         
                                                 







                                                  

                                                  



            Nesta oitava noite do novenário registramos a presença de Dom Francisco Canindé Palhano, Pastor Diocesano, Pe. Darlan dos Santos, Pe. Wheider Gerlan, Pe. João Eleutério e o Diácono Wellington Barbosa da Silva – Pregador.
         Na sua pregação o Diácono Wellington Barbosa cumprimentou as autoridades da Igreja local e demais fiéis. Inicialmente Fez referência às propriedades essenciais da Igreja: - em primeiro lugar a Igreja, em sua origem, é Una. Surge da trindade Santa: Pai, Filho e Espírito Santo. A igreja é Una devido ao seu fundador  Jesus Cristo. Através Dele se fez um único povo. E o Espírito Santo é o guia da igreja. É a alma da Igreja.
 
 
 
             Segundo ele, na Igreja, nós nos deparamos com uma diversidade de dons e essa diversidade é preciso que compreendamo-la, pois esta não deve diferenciar a Igreja. A Igreja está em Cristo. A beleza da Igreja Una é o fato dela ser Una.
              A Igreja é aquela que foi entregue a Pedro para que ele pudesse conservá-la e propagá-la na sua condição de Una, mas deparamos com divisões. A igreja se dividiu em oriente e ocidente. Todas as vezes que vemos a multiplicidade de crenças, heresias, dentre outras, nas divisões da Igreja existe o pecado e quando existe este pecado existem as controvérsias, as brigas e as divisões da igreja. Em consequência, existe a descrença em Deus. Em se tratando das diversidades de grupos, movimentos e pastorais dentro da Igreja temos que caminhar juntos. Deve existir a unidade.
         Ainda em se tratando de unidade, argumentou que se os cristãos vivessem mais unidos o mundo acreditaria mais em Jesus Cristo. Temos a obrigação de amar as pessoas mesmo sendo de outras igrejas, pois mesmo não sendo católicos, são cristãos.
         A Igreja é santa independente de nós, de nossos pecados, de nossas falhas. É santa por que cristo é a cabeça da Igreja. É preciso lembrar-nos da santidade da Igreja olhando para Jesus. Quando falhamos precisamos amar mais a Igreja. Precisamos rezar mais.
         A Igreja é Santa e imaculada por que Cristo é Santo. Enquanto membros da Igreja estamos sempre passando por processo de purificação. Somos santos pelo batismo e agimos como pecadores. Nem todas as nossas ações cometidas condizem com a santidade da Igreja. Essa santidade podemos obter através de Maria que é gloriosa e santa. Em Maria, a igreja já está no céu.
        Finalizando sua pregação, argumentou que a igreja sofre por nossos pecados. É preciso que um dia haja renovação em nossas vidas. Que Nossa Senhora nos ajude a sermos curados através do sangue de Cristo. Peçamos ao Senhor do Bonfim a graça de alcançarmos a santidade.
OUTROS MOMENTOS DA CELEBRAÇÃO

                                                  








                                                

                                                  


                                                   

                                             
 

 
MADRINHA DO ALTAR PRESENTEIA DIÁCONO WELLINGTON BARBOSA
 
 
 
PADRINHOS DA NOITE

                                                 
 

DEVOTOS DO SENHOR DO BONFIM
 

                                                 

                                                 

                                                  

                                                   

 
ESPAÇO EM FRENTE À CATEDRAL

                                                 

             ESPAÇO CULTURAL



                                                 

                                                  

                                                

                                               


 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

SÉTIMO DIA DO NOVENÁRIO: IGREJA, MÃE E MESTRA



          Estamos chegando próximo ao finalzinho  da grande festa do Senhor do Bonfim preparada pela Igreja Catedral da Diocese de Bonfim e pela Paróquia do nosso Excelso Senhor do Bonfim que do “alto do madeiro” nos acolhe e abençoa. Jesus amou a sua Igreja e por ela se entregou” (Ef, 5,25). Sendo assim, ao celebramos esta festa queremos proclamar que o Senhor do Bonfim , “sinal do amor desmedido de Deus e fonte da toda a graça”, que deriva toda a vida na Igreja. Nesta celebração contamos com  a participação de Dom Francisco Canindé Palhano, Pe. Darlan dos Santos, Pe. Wheider Gerlan e Pe. Jarbas Gonçalves dos Santos.
 
 
                                                  

 
 
 


                                                  


           Após saudações, Pe. Jarbas Gonçalves dos Santos – Paróquia de Antonio Gonçalves, nosso pregador da noite, iniciou fala dizendo que, segundo a tradição cristã, só conhecemos Jesus Cristo através da Mãe. A Mãe igreja. A sua pregação teve como ênfase a Carta Encíclica Mater  Et Magistra de João XXIII:
 
 
-  Mãe e mestra de todos os povos, a Igreja Universal foi fundada por Jesus Cristo, a fim de que todos, vindo no seu seio e no seu amor, através dos séculos, encontrem plenitude de vida mais elevada e penhor seguro de salvação. A esta Igreja, "coluna e fundamento da verdade" (cf. 1 Tm 3, 15), o seu Fundador santíssimo confiou uma dupla missão: de gerar alhos, e de os educar e dirigir, orientando, com solicitude materna, a vida dos indivíduos e dos povos, cuja alta dignidade ela sempre desveladamente respeitou e defendeu.
- O cristianismo é, de fato, a realidade da união da terra com o céu, uma vez que assume o homem, na sua realidade concreta de espírito e matéria, inteligência e vontade, e o convida a elevar o pensamento, das condições mutáveis da vida terrena, até às alturas da vida eterna, onde gozará sem limites da plenitude da felicidade e da paz.
- De modo que a Santa Igreja, apesar de ter como principal missão a de santificar as almas e de as fazer participar dos bens da ordem sobrenatural, não deixa de preocupar-se ao mesmo tempo com as exigências da vida cotidiana dos homens, não só no que diz respeito ao sustento e às condições de vida, mas também no que se refere à prosperidade e à civilização em seus múltiplos aspectos, dentro do condicionalismo das várias épocas.
-  Ao realizar tudo isto, a Santa Igreja põe em prática o mandamento de Cristo, seu Fundador, que se refere sobretudo à salvação eterna do homem, quando diz: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida" (Jo 14,6) e "Eu sou a luz do mundo" (Jo 8,12); mas noutro passo, ao contemplar a multidão faminta, exclamou, num lamento sentido: "Tenho pena de toda esta gente" (Mc 8,2); manifestando, assim, como se preocupa também com as exigências materiais dos povos. E não foi só com palavras que o Divino Redentor demonstrou esse cuidado: provou-o igualmente com os exemplos da sua vida, multiplicando, várias vezes, por milagres, o pão que havia de saciar a fome da multidão que o seguia.
-  E com este pão, dado para alimentar o corpo, quis anunciar e significar aquele pão celestial das almas, que iria deixar aos homens na véspera da sua Paixão.
Após outras argumentações, finalizou dizendo  que é essa nossa Igreja onde nos reunimos e nós fazemos parte. Que amamos  e fazemos com que Cristo nos olhe cada vez mais. É essa Igreja formada de pecadores. A verdadeira esposa de Cristo. É nossa missão, enquanto cristãos, sem medo de nos doarmos, sem vergonha de ver seu irmão caído e levantar.
É esta igreja nossa mãe que sem seu carinho não podemos amar. Roguemos para que através do espírito Santo possamos pedir que nos ajude e, pedir ao Senhor do Bonfim que nos fortaleça e nos anime.
 
   MOMENTOS DA CELEBRAÇÃO  
                                                   


 
 
                                            

                                              

 

     MADRINHA DO ALTAR ENTREGA PRESENTE AO Pe. JARBAS GONÇALVES


 
Registramos a participação da Madrinha: Dirce  Mrina da Silva e dos Padrinhos: Antonio Alves de Almeida, Augusto Farias das Neves, Carlos Muriel F. de Oliveira, Edson Alves Costa e Rosa Alves Costa, Elizete Ferreira, Evandro Dantas Maciel, Jorge Almeida, José farias das Neves, Mariá Alves de Almeida, Marthonio Dias de Almeida, Rubenita Santos Dias, Rute Neusa Dias Lemos, Shirley Dias Dantas Maciel, Wanderlei Farias das Neves.     
 
                                              
 
                                               
IMAGENS DE FIÉIS
 
                     
                                              




ESPAÇO CULTURAL
 
No Espaço Cultural dessa noite o "Samba de Lata" da Comunidade Remanescente de  Quilombo (Comunidade Quilombola) de Tijuaçu homenageia o Padroeiro Senhor do Bonfim.