sexta-feira, 18 de abril de 2014

CELEBRAÇÃO DA MISSA CRISMAL E BENÇÃO DOS SANTOS ÓLEOS

              No primeiro momento da Celebração Dom Francisco abençoou os fiéis aspergindo água e, em seguida fez referência a Nossa Senhora de Fátima visitando sua imagem..





             Logo após, com a quadra lotada de fiéis, aconteceu a maravilhosa celebração da unidade ou missa crismal. Nesta missa os sacerdotes da Diocese se reuniram em torno de Dom Francisco Canindé para renovarem as suas promessas sacerdotais.
 
                                              

                                                

                                           

 
             Para a Igreja essa cerimónia é muito importantes, pois mostra que ela é uma e com o Bispo, o sacerdote é membro fundamental dela, assim como reinflamar o ardor da vocação nos sacerdotes e diáconos para que sejam firmes na tarefa dada por Deus. Dessa Santa Missa , oficiada por Dom Francisco Canindé, participaram sacerdotes de 25 paróquias que expressaram, de modo particular, a união da comunidade eclesial.
            

 
             Dom Francisco Canindé, em sua homilia coloca que o Evangelho nos fez entrar na sinagoga e nos sentir dentro de Jesus. Devemos ter olhos fixos em Jesus e enxergar e crer Nele, pois é o Messias, o Deus verdadeiro como professamos no Credo. Ele é alfa e o ômega, início e fim.
            Agradeceu a todo o clero em nome da Igreja afirmando que esta celebração é um sinal de união e de unidade. Concluindo sua homilia afirmou que a Quinta-feira Santa é o aniversário do sacerdócio. Pois, o sacerdócio nasceu na última ceia aos pés do calvário. Hoje é o  dia da ratificação do ministério. "Somos sacerdotes da Igreja". 
 
 
          Logo após tivemos a Renovação das Promessas Sacerdotais seguida de cumprimentos ao Senhor Bispo por parte dos demais sacerdotes.
 
 
 

 
           Também, nesta celebração foram abençoados os óleos da Unção dos Enfermos e dos Catecúmenos bem como a consagração do óleo da Crisma para serem utilizados nos sacramentos,
 
 






 
 

        
 
              Na parte dos Ritos finais Pe. Jhony (Paróquia de Antônio Gonçalves) fez uso da palavra agradecendo Dom Francisco Canindé Palhano pelo seu carinho, atenção e disponibilidade para com o Clero, bem como  para com o Povo de Deus e pelo seu sim a Deus.

 
                                                 
 
 
               Conforme a Teologia e a Espiritualidade a Eucaristia é celebrada dentro do contexto da vida eclesial: o indivíduo se incorpora à comunidade por meio dos passos da iniciação (pregação, fé. batismo) e assim começa a viver a vida desta comunidade: a catequese, a vida fraterna e a vida de missão na mesma sociedade.
 
 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

FIÉIS PARTICIPAM DO OFÍCIO DAS TREVAS




A CADA PARTE REZADA NO OFÍCIO  TEREMOS UMA VELA APAGADA


                      
 
                    O Ofício das Trevas é um antiquíssimo Ofício Litúrgico e muito apreciado por toda a Igreja. Ele juntava lições e salmos em um belíssimo texto retirado do breviário e rezado junto com a comunidade. Durante os séculos houve muitas formas musicadas, inclusive não apenas na forma gregoriana, mas também na forma de música clássica. Chama-se das trevas porque ao longo do Ofício iam apagando-se as luzes da Igreja, que terminava em escuridão.

                     O Ofício das trevas mostra, de forma bastante clara, a figura do servo Sofredor e, junto dEle, nos colocamos rezando e meditando sobre os Sofrimentos de Sua Paixão e Morte na Cruz.

                   Nesta quarta-feira com a participação de  Dom Francisco Canindé, Pe. Chirleno (Arquidiocese de Natal), Diácono Darlan e seminarista Jhony, aconteceu na Capela do Colégio Sacramentinas o Ofício das Trevas. A organização ficou sob a responsabilidade da Comunidade Shalom.
 
 

                  



Pe. CHIRLENO DE  - ARQUIDIOCE DE NATAL

             Antes da benção final Dom Francisco Canindé enfatizou o significado da Celebração da Missa Crismal e Benção dos Santos Óleos com a renovação das promessas sacerdotais bem como a importância da partilha do pão em família – Instituição da Eucaristia.



quarta-feira, 16 de abril de 2014

ROTEIRO DA PROCISSÃO DO SENHOR MORTO E NOSSA SENHORA DAS DORES



        
 
 
                Após a Celebração da Morte e Paixão de Jesus Cristo, na próxima sexta-feira (18/4), haverá a Procissão que sairá da Quadra do Colégio das Irmãs Sacramentinas percorrendo o seguinte trajeto:
 
                * Praça Antônio Gonçalves
                * Rua Ruy Barbosa
                * Rua Barão do Cotegipe
                * Rua Dom Antônio Monteiro (Bairro Marista)
                * Av Roberto Santos
                * Rua Antônio Laurindo
                * Rua Manoel Vitorino
                * Praça Lauro de Freitas
                * Rua Cônego Hugo
                
 

                                
                                             
 
 
 

ESCALA PARA ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO


                                 
 
      
"VINDE A MIM, VÓS TODOS QUE ESTAIS CANSADOS E ATRIBULADOS E EU VOS ALIVIAREI" (Mt 11,28)

               Nesta quinta-feira (17/4) a paróquia realizará a  adoração ao Santíssimo sacramento com a seguinte escala:

- Das 19h às 20h30min
Apostolado da Oração - Fraternidade Eucarística - Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão e Pastoral do Dízimo

- Das 20h30min às 21h30min
 Legião de Maria - Maria Rainha Comunidade Kolping e Pastoral da Liturgia

- Das 21h30m às 22h30min
Vicentinos - Pastoral Familiar e Pastoral da Criança

- Das 22h30min às 23h
 Cursilhos de Cristandade - Terço de Maria com os Homens e Pascom

- Das 23h às 24h
 Comunidade Católica Shalom, RCC e Juventude

CELEBRAÇÃO DAS SETE DORES DE NOSSA SENHORA




                A devoção a Nossa Senhora das Dores tem origem na tradição que conta com o encontro de Maria com seu filho, a caminho do Calvário. Ao ver o amado filho carregando a pesada cruz, torturado e sofrido, coroado de espinhos e ensanguentado, a dor da Mãe de Deus foi tão profunda que nos faz refletir até hoje sobre as nossas próprias dores.
                Nos primórdios da Igreja, a festa era celebrada com o nome de Nossa Senhora da Piedade e da Compaixão. No século XVIII o papa Bento XIII determinou, então, que se passasse a chamar Nossa Senhora das Dores.
                 Na Capela do Colégio Sacramentinas os devotos, nesta noite de terça-feira, juntamente com Dom Francisco Canindé, Pe. Antônio´- Paróquia de São José Esposo e Diácono Darlan celebram as Sete Dores de Nossa Senhora. A homilia realizada pelo Pe. Antônio traduziu um grande momento de história e de catequese conforme o significado de cada dor.


 






 



                                                AS SETE DORES DE MARIA


São sete momento da sua vida em passou por sofrimento humano notável:

1a. Dor - A profecia de Simão (Lc 2,36)
2a. Dor - A fuga para o Egito (Mt 2,14)
3a. Dor - Perda do Menino Jesus (Lc 248)
4a. Dor - Doloroso encontro no caminho do Calvário (Lc 23, 27)
5a. Dor - Jesus morre na Cruz (Jo 19, 25-27)
6a. Uma lança atravessa o Coração de Jesus (Uma lança atravessa o Coração de Jesus (Lc 23,52)
7a. Jesus é sepultado (Lc 23,55)


JOVENS REVIVEM O TRAJETO DA VIA CRUCIS



          
               A história do caminho percorrido por Jesus Cristo desde sua condenação à morte até seu sepultamento é narrado pela Via Sacra ou Via Crucis. Esta devoção remonta `a Idade Média, quando os cruzados visitam os lacais sagrados de Jerusalém por aonde andou Jesus a caminho do martírio, e quiseram reproduzir espiritualidade este caminho quando voltaram à Europa sob forma de dramas sacros e procissões, ciclos de meditação, ou estabelecendo capelas especiais nos templos.
              No século XVI se fixaram 14 momentos principais deste trajeto, embora o número tenha variado na história do catolicismo de 7 a 39.
               Na segunda- feira, próxima passada,  os jovens da Comunidade Shalom e Renovação Carismática reviveram a história contadas nas estações que transfere à cada cristão o sentimento de violência sofrida por Jesus e as dores sua mãe nossa Senhora.
 









 
 
                                                                     Fotos e de Gabriel Moraes / RCC

MISSA E UNÇÃO DOS ENFERMOS E IDOSOS



DOM FRANCISCO SE PREPARA PARA  PROCISSÃO DE ENTRADA
CORAL: MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA SAGRADA COMUNHÃO
                              
               Como acontece tradicionalmente, realizou-se nesta terça-feira, com início às 16h30 min, a Missa e Unção dos Enfermos e Idosos, na quadra do Centro Pastoral Diocesano tendo como responsáveis pela organização os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão e celebrantes Dom Francisco Canindé Palhano e Diácono Darlan.                                           
 


 
 




 “Alguém dentre vós está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem sobre ele, ungindo-o com o óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o porá de pé; se tiver cometido pecados, estes lhe serão perdoados” (Tg 5,14-15).       “O sacramento da unção dos enfermos tem por finalidade conferir uma graça especial ao cristão que está passando pelas dificuldades inerentes ao estado de enfermidade grave ou de velhice” (cf. Catecismo da Igreja Católica, 1527).       “Pela sagrada unção dos enfermos e pela oração dos presbíteros, a Igreja toda entrega os doentes aos cuidados do Senhor sofredor e glorificado, para que os alivie e salve (cf. Tg 5,14-16). Exorta os mesmos a que livremente se associem à paixão e morte de Cristo (cf. Rm 8,17; Cl 1,24; 2Tm 2,11-12; 1Pd 4,13) e contribuam para o bem do povo de Deus” (LG 11b).       Este sacramento: I. traz salvação e alívio na fraqueza física e espiritual; II. une o doente à paixão de Cristo, para seu bem e de toda a Igreja;
III. confere o perdão dos pecados, se o doente não puder confessar.

MOMENTO DA PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO

                                 REALIZAÇÃO DA UNÇÃO DOS ENFERMOS E IDOSOS

 
                                                     

      Os fiéis devem pedir para si e para seus familiares, sem medo nem constrangimento, o conforto do sacramento da unção dos enfermos. Cuidem os pastores e os parentes dos enfermos para que estes sejam confortados em tempo oportuno com este sacramento, para que possam participar conscientemente da sua celebração, evitando quanto possível chamar o padre quando o doente já entrou em coma.    . A unção dos enfermos pode ser administrada a todo batizado que tenha atingido o uso da razão e esteja em perigo de vida ou por motivo de doença grave e velhice (cf. cân. 1004).     Crianças gravemente doentes podem recebê-la, desde que tenham atingido o uso da razão e possam encontrar conforto neste sacramento.
     A pessoas de idade pode ser conferida, quando suas forças se encontram sensivelmente debilitadas, mesmo que não se trate de enfermidade grave.