sexta-feira, 13 de julho de 2012

11 DE JULHO: CELEBRAÇÃO DO DIA DE SÃO BENTO, ABADE

                                          


                                                                          
PHOTO         Vida de São BentoPor ocasião da dedicação do Mosteiro de Monte Cassino em 1964, após sua reconstrução, o Papa Paulo VI proclamou São Bento (ca. 480 - ca. 547) patrono principal de toda a Europa. O título, apesar de um pouco exagerado, é verdadeiro sob vários aspectos. São Bento não construiu o Mosteiro de Monte Cassino com a intenção de salvar a cultura, mas, de fato, os mosteiros que depois seguiram a sua Regra foram lugares onde o conhecimento e os manuscritos foram preservados. Por mais de seis séculos, a cultura cristã da Europa medieval praticamente coincidiu com os centros monásticos de piedade e estudo.

         São Bento não foi o fundador do monaquismo cristão, tendo vivido quase três séculos depois do seu surgimento no Egito, na Palestina e na Ásia Menor. Tornou-se monge ainda jovem e desde então aprendeu a tradição pelo contato com outros monges e lendo a literatura monástica. Foi atraído pelo movimento monástico, mas acabou dando-lhe novos e frutuosos rumos. Isto fica evidente na Regra que escreveu para os mosteiros, e que ainda hoje é usada em inúmeros mosteiros e conventos no mundo inteiro.
                      A tradição diz que São Bento viveu entre 480 e 547, embora não se possa afirmar com certeza que essas datas sejam precisas do ponto de vista histórico. Seu biógrafo, São Gregório Magno, papa de 590 a 604, não registra as datas de seu nascimento e morte, mas se refere a uma Regra escrita por Bento. Há discussões com relação à datação da Regra, mas parece haver consenso de que tenha sido escrita na primeira metade do século VI. São Gregório escreveu sobre São Bento no seu Segundo Livro dos Diálogos, mas seu relato da vida e dos milagres de Bento não pode ser encarado como uma biografia no sentido moderno do termo. A intenção de Gregório ao escrever a vida de Bento foi a de edificar e inspirar, não a de compilar os detalhes de sua vida quotidiana. Buscava mostrar que os santos de Deus, em particular São Bento, ainda operavam na Igreja Cristã, apesar de todo o caos político e religioso da época.
                     Por outro lado, seria falso afirmar que Gregório nada apresenta em seu texto sobre a vida e a obra de Bento. De acordo com os Diálogos de São Gregório, Bento (e sua irmã gêmea, Escolástica) nasceu em Núrsia, um vilarejo no alto das montanhas, a nordeste de Roma. Seus pais o mandaram para Roma a fim de estudar, mas ele achou a vida da cidade eterna degenerada demais para o seu gosto. Por conseguinte, fugiu para um lugar a sudeste de Roma, chamado Subiaco, onde morou como eremita por três anos, com o apoio do monge Romano. Foi então descoberto por um grupo de monges que o incitaram a se tornar o seu líder espiritual. Mas o seu regime logo se tornou excessivo para os monges indolentes, que planejaram então envenená-lo. Gregório narra como Bento escapou ao abençoar o cálice contendo o vinho envenenado, que se quebrou em inúmeros pedaços. Depois disso, preferiu se afastar dos monges indisciplinados. São Bento estabeleceu doze mosteiros com doze monges cada, na região ao sul de Roma. Mais tarde, talvez em 529, mudou-se para Monte Cassino, 130 km a sudeste de Roma; ali destruiu o templo pagão dedicado a Apolo e construiu seu primeiro mosteiro. Também ali escreveu sua Regra para o Mosteiro do Monte Cassino, já prevendo que ela poderia ser usada em outros lugares. Os 38 pequenos capítulos do Segundo Livro dos Diálogos contêm vários episódios da vida e dos milagres de São Bento. Algumas passagens dizem que podia ler o pensamento das pessoas, outras mencionam feitos miraculosos, como quando fez brotar água de uma rocha e um discípulo andar sobre a água; outra passagem menciona um jarro de óleo que nunca se esgotava.
                      As estórias de milagres fazem eco aos acontecimentos da vida de certos profetas de Israel, e também da vida de Jesus. A mensagem é clara: a santidade de Bento é como a dos santos e profetas de antigamente, e Deus não abandonou o seu povo, mas continua a abençoá-lo com homens santos. Bento deve ser encarado como um líder monástico, não como um erudito. Provavelmente conhecia bem o latim, o que lhe dava acesso aos escritos de Cassiano e outros, incluindo regras e sentenças. Sua Regra é o único texto conhecido de Bento, mas é suficiente para manifestar a habilidade genial com que cristalizou o melhor da tradição monástica e trouxe-a para o Ocidente. Gregório apresenta Bento como modelo de santo que foge da tentação para levar uma vida de atenção à presença de Deus. Através de um esquema equilibrado de vida e oração, Bento chegou ao ponto de se aproximar da glória de Deus. Gregório narra a visão que Bento teve quando sua vida chegava ao fim: "De súbito, na calada da noite, olhou para cima e viu uma luz que se difundia do alto e dissipava as trevas da noite, brilhando com tal esplendor que, apesar de raiar nas trevas, superava o dia em claridade. Nesta visão, seguiu-se uma coisa admirável, pois, como depois ele mesmo contou, também o mundo inteiro lhe apareceu ante os olhos, como que concentrado num só raio de sol" (cap. 34). São Bento, o monge por excelência, levou um tipo de vida monástica que o conduziu à visão de Deus.

Oração de São Bento(pedidos de proteção contra o inimigo)



                                    

A Cruz sagrada seja minha Luz
Não seja o Dragão meu guia
Retira-te Satanas
Nunca me aconse-lhes coisas vãs
É mal o que tu me ofereces
Bebe tu mesmo do teu veneno
Rogai por nós bem aventurado São Bento
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo




GRANDE SHOW DO PADRE FÁBIO DE MELO



             




NÃO PERCA ESTA GRANDE OPORTUNIDADE! VAMOS JUNTOS PARTICIPAR DOS EVENTOS DOS 200 ANOS  DE NOSSA PARÓQUIA!

segunda-feira, 9 de julho de 2012


SANTA PAULINA DE JESUS
                                                                (1865 – 1942)

Santapaulina.jpg
                     Amábile Lúcia Visintainer, hoje Santa Madre Paulina, nasceu aos 16 de dezembro de 1865, em Vigolo Vattaro, Província de Trento, Itália, naquele tempo região Sul-Tirol, sujeita à Áustria. Os pais, como toda a gente do lugar, eram ótimos cristãos, mas pobres.
                 Em setembro de 1875, a família de Napoleone Visintainer emigrou com muitos outros trentinos para o Brasil e no Estado de Santa Catarina, no atual município de Nova Trento, deram início à localidade de Vígolo.
               Amábile, depois da primeira comunhão, recebida mais ou menos aos 12 anos, começou a participar no apostolado paroquial: Catecismo aos pequenos, visitas aos Doentes e limpeza da Capela de Vigolo.
               No dia 12 de julho de 1890, junto com a amiga Virgínia Rosa Nicolodi, Amábile acolheu uma doente de câncer em fase terminal, dando início à Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, aprovada pelo Bispo de Curitiba, Dom José de Camargo Barros, aos 25 de agosto de 1895.
               Em dezembro de 1895, Amábile e as duas primeiras companheiras (Virgínia e Teresa Anna Maule) fizeram os votos religiosos; e Amábile recebeu o nome de Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus. A santidade e a vida apostólica de Madre Paulina e de suas Irmãs atraíram muitas vocações, apesar da pobreza e das dificuldades em que viviam.
               Em 1903, Madre Paulina foi eleita Superiora Geral por toda a vida pelas Irmãs da nascente congregação. Deixou Nova Trento e estabeleceu-se em São Paulo, no Bairro Ipiranga, onde se ocupou de crianças órfãs, filhos dos ex-escravos e dos escravos idosos e abandonados.
               Em 1909, foi deposta do cargo de Superiora Geral pelo Arcebispo de São Paulo, Dom Duarte Leopoldo e Silva, e enviada a trabalhar com os doentes da Santa Casa e os velhinhos do Asilo São Vicente de Paulo em Bragança Paulista, sem poder nunca mais ocupar algum cargo na sua Congregação.
               Foram anos marcados pela oração, pelo trabalho e pelo sofrimento: tudo feito e aceito para que a Congregação das Irmãzinhas fosse adiante e “Nosso Senhor fosse conhecido, amado e adorado por todos em todo o mundo”.
             Em 1918, com o consentimento de Dom Duarte, foi chamada pela Superiora Geral, Madre Vicência Teodora, sua sucessora, à “Casa Madre” no Ipiranga, e aí permaneceu até a morte, numa vida retirada, tecida de oração e assistência às Irmãs doentes, sendo também fonte de informação para a história da Congregação.
             Como “Veneranda Madre Fundadora” foi colocada em destaque por ocasião do Decreto de Louvor concedido pela Santa Sé à Congregação das Irmãzinhas aos 19 de maio de 1933 e na celebração do cinqüentenário da fundação, aos 12 de julho de 1940, quando Madre Paulina fez o seu testamento espiritual: “Sede bem humildes, confiai sempre e muito na Divina Providência; nunca, jamais, desanimeis, embora venham ventos contrários. Novamente vos digo: confiai em Deus e em Maria Imaculada; permanecei firmes e adiante!”.
            A partir de 1938, Madre Paulina começou a acusar graves distúrbios porque doente de diabete. Após duas cirurgias, nas quais sofreu amputação do dedo médio e depois do braço direito, passou os últimos meses vítima da cegueira. Morreu aos 9 de julho de 1942; e suas últimas palavras foram: “seja feita a vontade de Deus”.
           A espiritualidade inaciana, recebida de seus diretores espirituais, tem em Madre Paulina características próprias, que marcam a “Veneranda Madre Fundadora” como uma religiosa na qual se podem admirar as virtudes teologais, morais, religiosas em grau eminente ou heróico. Fé profunda e confiança ilimitada em Deus, amor apaixonado a Jesus-Eucaristia, devoção terna e filial à Maria Imaculada, devoção e confiança no “nosso bom Pai São José” e veneração pelas autoridades da Igreja, religiosas e civis. Caridade sem limites para com Deus, traduzidas em gestos de serviço aos irmãos mais pobres e abandonados. Toda vida de Madre Paulina pode ser resumida no título que o povo de Vígolo lhe deu: “enfermeira”, isto é, ser-para-os-outros ou “toda de Deus e toda dos Irmãos” como rezam, hoje, os seus devotos e suas Irmãzinhas. Humildade, que levou Madre Paulina ao aniquilamento de si mesma para que a Congregação fosse adiante.
          A página mais luminosa da santidade e da humildade de Madre Paulina foi escrita pela conduta que teve quando Dom Duarte lhe anunciou a sua deposição: “Se ajoelhou... se humilhou... respondeu que estava prontíssima para entregar a Congregação... se oferecia espontaneamente para servir na Congregação como súdita”.
          Terminado o capítulo de agosto de 1909, começava o holocausto doloroso e meritório de Madre Paulina, a quem o Arcebispo de São Paulo decretara: “Viva e morra na Congregação como súdita”. E permaneceu na sombra até a morte, em união com Deus, como declarou ao seu diretor espiritual, Pe. Luiz Maria Rossi, SJ: “a presença de Deus me é tão íntima que me parece impossível perdê-la e esta presença dá à minh‘alma uma alegria que não posso explicar”.
          O carisma deixado por Madre Paulina para a sua Congregação se traduz na sensibilidade para perceber os clamores da realidade com suas necessidades e disponibilidade para servir, na Igreja, aos mais necessitados e aos que estão em situação de maior injustiça, com simplicidade, humildade e vida interior. É um servir alimentado por uma espiritualidade eucarístico-marial, pela qual toda a Irmãzinha faz de Jesus-Eucaristia o centro de sua vida alimentada por uma terna devoção à Virgem Imaculada e ao bom Pai São José.
          Esta primeira Santa do Brasil foi beatificada pelo Papa João Paulo II aos 18 de outubro de 1991, em Florianópolis, Estado de Santa Catarina, Brasil.
          À Madre Paulina confiamos o povo brasileiro, a Igreja do Brasil e a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição e todas as pessoas que colaboraram para sua canonização.






















        Oração do comunicador




Ó Deus,
que para comunicar vosso amor aos homens,
enviastes seu Filho, Jesus Cristo,
e o constituístes Mestre,
Caminho, Verdade e Vida
da humanidade,
concedei-nos a graça de utilizar
os meios de comunicação social
- imprensa, cinema, rádio, audiovisuais…
- para a manifestação de vossa glória
e a promoção das pessoas.
Suscitai vocações para essa multiforme missão.
Inspirai aos homens de boa vontade
a colaborarem com a oração,
a ação e o auxílio material,
para que a Igreja anuncie
o Evangelho a todos os homens,
através desses instrumentos.
Amém.
  NOTÍCIAS DA PASCOM

           
                          



            A COORDENAÇÃO DA PASTORAL DE COMUNICAÇÃO CONVIDA A TODOS OS COMUNICADORES E MEMBROS DA PASCOM DA PARÓQUIA DO SENHOR DO BONFIM PARA PARTICIPAR DO MOMENTO DE FORMAÇÃO A SER REALIZADO NO PRÓXIMO DIA 11/7, ÀS 19H30MIN, NO CENTRO CATEQUÉTICO. SUA PARTICIPAÇÃO É MUITO IMPORTANTE PARA QUE POSSAMOS CAMINHAR SEMPRE JUNTOS NA NOSSA JORNADA DE CMUNICADORES E EVANGELIZADORES NESTE PROCESSO CELEBRATIVO DO BICENTENÁRIO.


                                    JOSÉ LIMA DOS SANTOS
                                COORDENADOR DA PASCOM 

sábado, 7 de julho de 2012

AVISOS DA PARÓQUIA


MISSA DO 14º DOMINGO COMUM

MISSAS DESTE DOMINGO:

As 7h – Missa na Catedral
As 8h – Missa na Comunidade de Missão do Sahy
As 9h – Missa na Catedral
As 10h – Batizados na Catedral
As 11h – Missa no Carmelo
As 16h – Missa na Comunidade do Alto do Cigano
As 17h30min – Missa na Comunidade do Alto da Maravilha
Às 19h30min – Missa na Comunidade da Gamboa
As 19h30min – Missa na Catedral

MISSAS DA SEMANA:

Dia 10/7 – Terça-feira.......Às 15h – Missa na Comunidade de Varzinha
                                         Às 17h- Missa na Comunidade do Barro de Cima
Dia 11/7 – Quarta-feira......Às 16h – Missa nas Comunidade de Mulungu e Curandeira
Dia 13/7 - Sexta-feira.......Às 16h – Missa na Comunidade de Catuabo
                                        Às 17h – Missa na Comunidade de Coité
Dia 14/7 – Sábado............Às 17h – Missa na Comunidade do Bonfim III
                                        Às 17h – Missa na Comunidade do Derba

Atenção!

• A Comunidade de Tijuaçu e a Paróquia do Senhor do Bonfim comunica que, em virtude do acontecimento de vários eventos, neste domingo, o festival de prêmios em prol da reforma e ampliação da Igreja de São Benedito em Tijuaçu foi transferido para o próximo domingo, dia 15 de julho, às 16h, na Praça Juracy Magalhães. Desde já agradecemos a compreensão e colaboração de todos.

• A Pastoral Familiar, em parceria com o Clube de Diretores Lojistas de Senhor do Bonfim, promove até este domingo, dia 8, a Campanha do agasalho. Colabore doando agasalhos e cobertores. Mais uma vez, a sua solidariedade levará calor humano em dias de frio Salientamos que será feita grande arrecadação pelas ruas da cidade.

• A Companhia de Jesus do Nordeste do Brasil – Jesuítas, a Paróquia do Senhor do Bonfim, familiares e o Diácono AGNALDO BARBOSA DUARTE, convida todos paroquianos para participar da Eucaristia em que será celebrada sua Ordenação Presbiteral, pela oração da Igreja e pela imposição das mãos de Dom Francisco Canindé Palhano, Bispo da Diocese de Bonfim, no próximo dia 14 de julho, às 19h30min, na Catedral Diocesana do Senhor do Bonfim. .

• Informamos que no período de 15 a 17, deste mês de julho, no horário da 19h30min, acontecerá o Tríduo de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro na Comunidade Kolping. No dia 18, será realizada a Missa Festiva seguida de Procissão.

ORAÇÃO PELOS SACERDOTES



Ó Jesus, bom pastor, abençoa os padres e bispos de nossas comunidades. Eles são para nós preciosos canais de tua graça: multiplica, sem cessar, seus gestos de amor. Eles acolhem teu povo, Senhor, para ouvir e consolar: não permitas que sofram de solidão. Concede-lhes coragem e sabedoria para defender os injustiçados. Aumenta, Senhor Jesus, o número de sacerdotes na tua Igreja: dá-lhes o dom de ensinar, a alegria de celebrar e o gosto pelas coisas de Deus. Eles precisam também, Senhor, de muita saúde e boa disposição a fim de seguir praticando o bem. Que eles possam, enfim, colher abundantes frutos pela generosa entrega da própria vida. Amém

LITURGIA: 14º DOMINGO COMUM

        

Admiração pela falta de fé


 Evangelho (Marcos 6,1-6)

 — O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 1Jesus foi a Nazaré, sua terra, e seus discípulos o acompanharam.
2Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o escutavam ficavam admirados e diziam: “De onde recebeu ele tudo isto? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres realizados por suas mãos?
3Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?”
E ficaram escandalizados por causa dele.
4Jesus lhes dizia: “Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares”.
5E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. 6E admirou-se com a falta de fé deles.
Jesus percorria os povoados da redondeza, ensinando.

- Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

MENSAGENS AOS JOVENS


A juventude é o amanhã da vida. Não é um capítulo separado do restante da existência nem o prefácio de um livro. É a premissa de tudo. É a semente de onde brota tudo. É o alicerce sobre o qual deve apoiar-se o grande edifício da vida. São vocês mesmos, jovens, que estão preparando suas vidas para o amanhã. Se à meia-noite vocês olharem o nascente porque de lá virá a luz, vocês olharão por muito tempo e poderão até pensar que é inútil. Mas, se continuarem insistindo e olharem uma segunda vez, uma terceira vez, vocês irão divisar um raio de luz na alvorada. E todo panorama circundante se iluminará. Duas coisas foram necessárias: a perseverança em olhar e a existência da luz. Para todas as grandes coisas exigem-se lutas penosas e um preço muito alto. A única derrota da vida é a fuga diante das dificuldades. O homem que morre lutando é um vencedor.

Bem-aventurado Tiago Alberione

SALMO DO DIA (Salmos 49)



— A todos que procedem retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus.
— A todos que procedem retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus.


— Escuta, ó meu povo, eu vou falar; ouve, Israel, eu testemunho contra ti: Eu, o Senhor, somente eu, sou o teu Deus!

— Eu não venho censurar teus sacrifícios, pois sempre estão perante mim teus holocaustos; não preciso dos novilhos de tua casa nem dos carneiros que estão nos teus rebanhos.

— Porque as feras da floresta me pertencem e os animais que estão nos montes aos milhares. Conheço os pássaros que voam pelos céus e os seres vivos que se movem pelos campos.

— Não te diria, se com fome eu estivesse, porque é meu o universo e todo ser. Porventura comerei carne de touros? Beberei, acaso, o sangue de carneiros?

— Como ousas repetir os meus preceitos e trazer minha Aliança em tua boca? Tu que odiaste minhas leis e meus conselhos e deste as costas às palavras dos meus lábios!