sábado, 14 de janeiro de 2012
REFLETINDO
(Mateus 23,1-12)
1Depois, Jesus falou às multidões e aos discípulos: 2“Os escribas e os fariseus sentaram-se no lugar de Moisés para ensinar. 3Portanto, tudo o que eles vos disserem, fazei e observai, mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. 4Amarram fardos pesados e insuportáveis e os põem nos ombros dos outros, mas eles mesmos não querem movê-los, nem sequer com um dedo. 5Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros, usam faixas bem largas com trechos da Lei e põem no manto franjas bem longas. 6Gostam do lugar de honra nos banquetes e dos primeiros assentos nas sinagogas, 7de serem cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de ‘rabi’. 8Quanto a vós, não vos façais chamar de ‘rabi’, pois um só é vosso Mestre e todos vós sóis irmãos. 9Não chameis a ninguém na terra de ‘pai’, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. 10Não deixeis que vos chamem de ‘guia’, pois um só é o vosso Guia, o Cristo. 11Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. 12Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado.
3) Reflexão Mateus 23,1-12
* O evangelho faz parte da longa crítica de Jesus contra os escribas e fariseus (Mt 23,1-39). Lucas e Marcos têm apenas alguns trechos desta crítica contra as lideranças religiosas da época. Só o evangelho de Mateus traz o discurso por inteiro. Este texto tão severo deixa entrever com era grande a polêmica das comunidades de Mateus com as comunidades dos judeus daquela época na Galiléia e Síria.
* Ao ler estes textos fortemente contrários aos fariseus devemos tomar muito cuidado para não sermos injustos com o povo judeu. Nós cristãos, durante séculos, tivemos atitudes anti-judaicas e, por isso mesmo, anti-cristãs. O que importa ao meditar estes textos é descobrir o seu objetivo: Jesus condena a incoerência e a falta de sinceridade no relacionamento com Deus e com o próximo. Ele está falando contra a hipocrisia tanto a deles de ontem, como a nossa de hoje!
* Mateus 23,1-3: O erro básico: dizem mas não fazem
Jesus se dirige à multidão e aos discípulos e faz uma crítica aos escribas e fariseus. O motivo do ataque é a incoerência entre a palavra e a prática. Falam e não praticam. Jesus reconhece a autoridade e o conhecimento dos escribas. “Estão sentados na cátedra de Moisés. Por isso, observai o que eles mandam! Mas não imitai suas ações, pois dizem mas não fazem!”
* Mateus 23,4-7: O erro básico se manifesta de várias maneiras.
O erro básico é a incoerência: “Dizem mas não fazem”. Jesus enumera vários pontos que revelam a incoerência. Alguns escribas e fariseus impunham leis pesadas ao povo. Eles conheciam bem as leis mas não as praticavam, nem usavam o seu conhecimento para aliviar a carga nos ombros do povo. Faziam tudo para serem vistos e elogiados, usavam roupas especiais de oração, gostavam dos lugares de honra e das saudações em praça pública. Queriam ser chamados de “Mestre!” Eles representavam um tipo de comunidade que mantinha, legitimava e alimentava as diferenças de classe e de posição social. Legitimava os privilégios dos grandes e a posição inferior dos pequenos. Ora, se há uma coisa de que Jesus não gostava é de aparências que enganam.
* Mateus 23,8-12: Como combater o erro básico.
Como deve ser uma comunidade cristã? Todas as funções comunitárias devem ser assumidas como um serviço: “O maior entre você será aquele que serve!” A ninguém devem chamar de Mestre (Rabino), nem de Pai, nem de Guia. Pois a comunidade de Jesus deve manter, legitimar e alimentar não as diferenças, mas sim a fraternidade. Esta é a lei básica: “Vocês todos são irmãos e irmãs!” A fraternidade nasce da experiência de que Deus é Pai, o que faz de todos nós irmãos e irmãs. “Aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado!”
* O grupo dos Fariseus. O grupo dos fariseus nasceu no século II antes de Cristo com a proposta de uma observância mais perfeita da Lei de Deus, sobretudo das prescrições da pureza. Eles eram mais abertos às novidades do que os saduceus. Por exemplo, aceitavam a fé na ressurreição e a fé nos anjos, coisa que os saduceus não aceitavam. A vida dos fariseus era um testemunho exemplar: rezavam e estudavam a lei durante oito horas por dia; trabalhavam durante oito horas para poder sobreviver; faziam descanso e lazer durante oito horas. Por isso, tinham grande liderança junto do povo. Deste modo, eles ajudaram o povo a conservar sua identidade e a não se perder, ao longo dos séculos.
* A mentalidade chamada farisaica. Com o tempo, porém, os fariseus se agarraram ao poder e já não escutavam os apelos do povo nem deixavam o povo falar. A palavra “fariseu” significa “separado”. A observância deles era tão estrita e rigorosa, que eles se distanciavam do comum do povo. Por isso, eram chamados de “separados”. Daí nasce a expressão "mentalidade farisaica" É de pessoas que pensam poder conquistar a justiça através de uma observância estrita e rigorosa da Lei de Deus. Geralmente, são pessoas medrosas, que não têm coragem de assumir o risco da liberdade e da responsabilidade. Elas se escondem atrás das leis e das autoridades. Quando estas pessoas alcançam uma função de mando, tornam-se duras e insensíveis para esconder a sua imperfeição.
* Rabino, Guia, Mestre, Pai. São os quatro títulos que Jesus proíbe a gente de usar. Hoje, na igreja, os sacerdotes são chamados de “pai” (padre). Muitos estudam nas universidades da igreja e conquistam o título de “Doutor” (mestre). Muita gente faz direção espiritual e se aconselha com pessoas que são chamadas “Diretor espiritual” (guia). O que importa é que se tenha em conta o motivo que levou Jesus a proibir o uso destes títulos. Se forem usados para a pessoa se firmar numa posição de autoridade e de poder, ela estará errada e cai debaixo da crítica de Jesus. Se forem usados para alimentar e aprofundar a fraternidade e o serviço, não caem debaixo da crítica de Jesus.
Oração :
Ouvirei o que diz o Senhor Deus:
ele anuncia paz para seu povo, para seus fiéis,
para quem volta para ele de todo coração.
Sua salvação está próxima de quem o teme
e sua glória habitará em nossa terra. (Sl 84, 9-10)
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
5ª NOITE DO NOVENÁRIO DO SENHOR DO BONFIM
Como tem acontecido nesses dias na Catedral Diocesana do Senhor do Bonfim, casa cheia de fieis devotos do padroeiro dessa paróquia que está vivenciando já as prévias de seu Bi-Centenário.
Foram responsáveis pela noite: Pastoral Familiar, Rosa Mística e ECC.
convidados: Comunidades Kolping, Tijuaçu, Fazenda Alto Bonito, Conceição, Polícia Militar e Família Mendes de Souza (Joilson, Rosania e filhos).
O tema da noite: Padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia.
Em sua pregação Padre Alan disse: “hoje refletimos mais um dado de nossa fé, talvez um dos mais importantes do nosso credo por que são os mistérios da morte e ressurreição de Cristo e de onde conseguimos alcançar a nossa salvação de Deus em nossa vida”.
“Isso não quer dizer que, todas as ações de Jesus na história da salvação não sejam importantes, mas a sua paixão de cruz foi o fim do grande projeto do Pai para toda a humanidade”.
Jesus cumpre com fidelidade esse projeto, por amor ao homem quando diz na cruz: ‘tudo está consumado’.
“A salvação da humanidade é realizada na cruz de Cristo, e a cruz simboliza para nós cristãos o amor de Deus por cada um de nós”
A noite foi repleta que fieis acompanharam a novena do lado externo da catedral.
As equipes estão cada dia mais motivadas, e nesse sábado (14) haverá um bingo no Espaço Jubilar.
No palco o artista bonfinense Big Raus abrilhantou a praça para o público presente.
Grupos responsáveis pela reza do terço no dia 13 de cada mês na Catedral – 12 hs
Dia 13 de janeiro – Legião de Maria
Dia 13 de fevereiro – Ministros Extraordinários
Dia 13 de março – ECC e Pastoral Familiar
Dia 13 de abril – Shalom e RCC
Dia 13 de maio – Missa às 12 hs
Dia 13 de junho – Apostolado da Oração
Dia 13 de julho – Fraternidade Pierre Vigne
Dia 13 de agosto – Terço dos Homens e Catequistas
Dia 13 de setembro – 3ª Idade e Vicentinos
Dia 13 de outubro – Mãe Rainha/ Pernambuquinho
Dia 13 de novembro – Cursilho e Jovens
Dia 13 de dezembro – Dizimistas e Batismo
Pe. José Elton do Nascimento Santana
Administrador Paroquial
Todo o povo de Deus é convidado a participar da reza do terço
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
ROTEIRO DA PROCISSÃO DO SENHOR DO BONFIM DIA 17 DE JANEIRO DE 2012

HORÁRIO: 17 HORAS
Saindo da Catedral Diocesana, percorrendo a Praça Juracy Magalhães, as Ruas: Rui Barbosa, Barão do Cotegipe, Coronel Antonio Felix, Floriano Peixoto (em frente ao colégio estadual senhor do Bonfim), Praça Nova do Congresso (passando pelo shopping), Praça Dr. Antonio Gonçalves, chegando à Catedral Diocena onde acontecerá a Benção Final.
Cinco Anos Sem Dom Jairo Rui Matos da Silva
Lápide do Túmulo de Dom Jairo Rui Matos da Silva
Dom Jairo faleceu na Casa de Retiro São Francisco, em Salvador, nesta sexta-feira (12/01) por volta das 04 horas.
O Velório realizou-se na Catedral Diocesana de Senhor do Bonfim, e o sepultamento aconteceu na própria Catedral, na manhã de hoje (13).
Dados Biográficos
Nasceu aos 03 de julho de 1929, filho de Dário Borges da Silva e Eutália Matos da Silva, na cidade de Castro Alves (BA). Fez os estudos iniciais em sua terra natal. Em 1942 ingressou no Seminário Menor de São Vicente de Paulo (em Itaparica) pela Arquidiocese de São Salvador que era dirigido pelo arcebispo primaz D. Augusto Álvaro da Silva, mais tarde elevado a cardeal. Dois anos depois foi transferido para Salvador (Seminário São José), onde continuou os estudos eclesiásticos.
Teve como formadores os padres lazaristas. Terminou os estudos filosóficos e teológicos, em 08/12/1954. e foi ordenado sacerdote na Igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Castro Alves (BA). O bispo que o ordenou foi dom Florêncio Sizinio Vieira (de Amargosa).
Foi nomeado Vigário paroquial de Santo Antonio de Jesus (em 29/12/1954). Após a morte do pe. Antonio Oliveira, titular, foi nomeado pároco. Em 11/01/1963 foi transferido para Jequié (paróquia Santo Antonio de Pádua). Ali permaneceu durante 11 anos, até sua nomeação como bispo da diocese de Bonfim (aos 16 de janeiro de 1974), pelo papa Paulo VI.
Foi ordenado bispo no dia 05 de maio na praça da Igreja Matriz de Jequié. Chegou à cidade de Sr. do Bonfim no dia 02 de junho de 1974, tomando posse com 5º bispo da diocese. No dia 08/12/2004 celebrou o 50º aniversário de ordenação sacerdotal e 30º aniversário de ordenação episcopal com um grande número de fiéis, presbíteros, religiosos e religiosas, bispos, amigos e amigas de seminário (ainda vivos). Durante esses anos de magistério episcopal à frente da diocese de Bonfim, podemos destacar alguns de seus trabalhos. Restaurou um prédio dos Vicentinos, onde funciona desde 1975 um Artesanato que já preparou até hoje mais de 500 (quinhentas) pessoas pobres.
Reformou o atual Ginásio Diocesano, adaptando-o, também, para formação de agentes da pastoral. Criou o boletim mensal intitulado “Ressurreição e Vida” cujo 1º número saiu no mesmo mês de sua chegada. Apoiou a fundação do sindicato dos trabalhadores rurais e a Associação das Lavadeiras de Senhor do Bonfim. Adquiriu e recuperou algumas casas, salões paroquiais, igrejas e capelas. Construiu uma nova cúria, tendo ao lado um salão - Auditório e um conjunto de salas para as diversas comissões de trabalho pastoral.
Introduziu a prática das Assembléias diocesanas para avaliação e planejamento das atividades apostólicas e dividiu a diocese em 5 Zonais a fim de que as paróquias mais próximas pudessem se encontrar para revisão e planejamento dos trabalhos de evangelização. Aceitou e incentivou o projeto “Igreja Irmãs” entre as diocese de Santa Catarina e as da Bahia. Fundou a Obra Kolping cuja finalidade é formar a juventude pelo trabalho, pela religião e pela recreação. Promoveu a “Missão da terra” para irmanar e esclarecer os camponeses no seu esforço e na sua conquista por um mundo mais justo.
CNBB
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
MAIS UMA VEZ FIEIS DEVOTOS DO SENHOR DO BONFIM SUPERLOTARAM CATEDRAL NA 4ª NOITE DO NOVENÁRIO
Pregador da 4ª noite do novenário Padre Jucimário Pereira de Carvalho, da Paróquia de Santo Antonio de Queimadas esteve apresentando suas palavras referentes ao tema “Nasceu da Virgem Maria”.
Disse o padre: “duas coisas são importante, primeiro lembrar que é um artigo do Credo Jesus foi concebido do Espírito Santo e nasceu da Virgem Maria, assim nós lembramos a bondade de Deus com a humanidade que nos presenteia com seu filho, esse Filho nasceu de uma mulher, e essa mulher foi a Virgem Maria assim como nós sabemos e os evangelhos retratam”.
Ele lembrou outro ponto importante que foi a disponibilidade de Maria a escuta dela a ação de Deus, se tornando para o povo modelo de fé e de oração.
“Os dois pontos a graça de Deus sobre Maria pelo poder do Espírito Santo e a sua disponibilidade que se ofereceu a Deus onde as maravilhas de Deus se fizeram reais na vida dela”, lembrou o Padre.
Padre Jucimário que esteve presente na abertura e na 3ª noite do novenário enalteceu a presença do povo cristão devoto ao Senhor do Bonfim, que segundo o padre esse povo trás no coração a esperança de um mundo novo, de uma vida nova de um mundo mais justo mais fraterno a partir da fé em Deus e no Senhor do Bonfim.
As 7h da manhã houve a Celebração da Missa Votiva de Nossa Senhora e Benção das casas e dos automóveis (trazer as chaves das casas e dos veículos para serem abençoados)
19h30min - Novena
Tema: Nasceu da Virgem Maria,
Evangelho: Lc 1, 26-38
Responsáveis: Movimento de Cursilho de Cristandade, Pastoral do Dízimo.
Noiteiros: Comunidades de Tanquinho, Várzea do Mulato, Butiquinho, Alto da Maravilha, Funcionários da Coelba e Família Soares de Araújo (Aurélio, Janinde, Maria Conceição, Jailde, Getúlio, Antônio, Edvaldo, João, Jamile, filhos, sobrinhos e neto); Família Soares da Silva (Zilda e Maria Soledade).
Nessa noite no Espaço Jubilar o bom gosto musical ficou por conta de Wagner Rosa que dispensa comentários.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
FIEIS LOTAM IGREJA NA TERCEIRA NOITE DO NOVENÁRIO DO SENHOR DO BONFIM
Na noite dedicada às vocações, no novenário do Padroeiro Senhor do Bonfim, Presidida por D. Francisco Canindé, concelebrada por Padre José Elton, Padre João Eleutério e Padre Francisco da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição em Itiúba.
Durante o sermão Padre Francisco fez uma o lembrança dos contribuidores da fundação e construção desses 200 anos ao redor das colinas de onde se criou a devoção ao Cristo crucificado, não como derrota de Deus ao ver seu Filho pregado no madeiro da cruz, mas sim como nosso Salvador que nos garante um bom fim.
Diante do tema: “Creio em Jesus Cristo, seu único filho Nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo”. Disse o pregador “é também crer na história de sua vida narrada no novo testamento sobre tudo nos evangelhos de Matheus, Marcos, Lucas e João”, e prosseguiu relatando sobre a família de Jesus que tinha o costume de participar anualmente da celebração da páscoa, relembrou do batismo por João Batista e da missão de Jesus que libertou curou e anunciou o Reino de Deus, do abandono sofrido por seus seguidores, falou ainda da ressurreição, e da fé que a igreja convida a ser vivida diante de tais acontecimentos na vida de Jesus.
“O cristão não pode jamais pensar que o crer é um fato privado, a fé e decidir estar com o senhor para viver com ele e estar com ele introduz na compreensão das razões em que se acredita a fé precisamente como ato de liberdade exige assumir as responsabilidades sociais daquilo que se acredita”
Mais um dos esperados momentos da novena a Adoração ao Santíssimo Sacramento, momento impar na Igreja, momento de forte emoção dos fieis, que receberam a benção pelas mãos sacerdotais de D. Francisco.
Hoje por ser dedicado às vocações D. Francisco pediu de modo especial, pelas famílias e pelas vocações sacerdotais, ao convidar os seminaristas a ficarem diante da assembléia e juntos entoaram o hino do Senhor do Bonfim.
Foram responsáveis pela noite: Grupo Nossa Senhora da Piedade, Mãe Rainha, Movimento Carismático e RCC.
Noiteiros: Comunidades do Derba, Pernambuquinho, Mamão, Laje, Serventuários da Justiça e Paróquia de São José Esposo. Família Almeida (Celson, Raimunda, filhos, netos), Família Costa (Vera Lúcia, filhos e netos).
Mais uma vez a catedral ficou repleta de fieis devotos do Senhor do Bonfim.
A noite foi concluída ao bom som de voz e violão e desta feita acompanhado de um bom acordeom, com os músicos Souza Filho e Dudu Rodrigues, no Espaço Jubilar.
Papa Bento 16 diz que casamento entre homossexuais ameaça a humanidade
O papa Bento 16 disse nesta segunda-feira (09) que o casamento homossexual é uma das várias ameaças atuais à família tradicional, pondo em xeque "o próprio futuro da humanidade".
Foram as declarações mais fortes já proferidas pelo pontífice contra o casamento homossexual, durante um pronunciamento de ano novo a diplomatas de quase 180 países acreditados no Vaticano, abordando questões econômicas e sociais contemporâneas.
Segundo Bento 16, a educação das crianças precisa de "ambientes" adequados, e "o lugar de honra cabe à família, baseada no casamento de um homem com uma mulher".
"Essa não é uma simples convenção social", disse o papa, "e sim a célula fundamental de cada sociedade. Consequentemente, políticas que afetam a família ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade".
Em vários países, principalmente no mundo desenvolvido, autoridades eclesiásticas católicas protestam contra iniciativas voltadas para a legalização do casamento gay.
Nos EUA, um dos principais paladinos dessa causa é o arcebispo de Nova York, Timothy Dolan, que será sagrado cardeal pelo papa em fevereiro.
Numa recente carta, Dolan criticou o presidente Barack Obama por sua decisão de não apoiar uma proibição federal ao casamento homossexual, e alertou que essa política pode "precipitar um conflito nacional de enormes proporções entre a Igreja e o Estado".
Fonte: Agência Reuters, em Cidade do Vaticano
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
BATISMO DO SENHOR
Hoje, na catedral diocesana, às 7h, realizou-se a Celebração da Santa Missa do Batismo do Senhor, com a renovação do batismo dos demais fiéis presentes. presidida pelo Exmº. Revmº Dom Franciso Canindé Palhano. Registramos a presença dos concebrantes: Pe. José Elton e Pe. João Eliotério, Seminariistas, Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão e Coroinhas.
A liturgia de hoje recorda o batismo de Jesus por João Batista nas águas do rio Jordão. É mais uma epifania: Jesus é manifestado como Filho de Deus.
2. A 1ª. leitura apresenta o 1º. Cântico do Servo de Javé que recebe o Espírito de Deus para ser luz das nações e libertador dos oprimidos. Assim, ao ser Jesus batizado por João, Deus o proclama “seu Filho” e o Espírito de Deus desce sobre ele. Recebendo o Espírito de Deus, Jesus assume sua atividade como enviado de Deus.
3. Jesus é o Servo do Senhor, por excelência, o Filho de Deus. Sobre ele repousa o Espírito Santo, o dinamismo do Deus Santo, fazendo com que tudo o que o Filho faz seja obra que Deus deseja (ev.). Neste sentido podemos entender a objeção de João Batista. Se Jesus é maior que o Batista, por que deixou-se batizar por ele? Se João batizava para pedir perdão dos pecados, Jesus não devia estar no meio dos batizados… Ou sim? Pois Jesus é o realizador do desígnio (projeto) de Deus. Jesus quer ser solidário com o povo que ele vem libertar; embora ele mesmo não tenha pecado, pede a João para ser batizado em meio aos pecadores. Assim ele quer “cumprir toda a justiça”, isto é, o plano de salvação de Deus.
4. Jesus não se comporta como um privilegiado. Se queremos salvar alguém, tirar alguém do poço, devemos descer até onde ele está… Por isso Jesus se deixa batizar no meio dos pecadores, cumprindo assim a justiça, o plano do Pai. O batismo de Jesus é despojamento de sua grandeza divina e, ao mesmo tempo, manifestação do Espírito. Isso contém um significado para nosso próprio batismo. Para comunicar o Espírito, no qual fomos batizados, devemos mergulhar no mundo em que vivem nos-sos irmãos, mundo marcado pela presença do pecado. Jesus participou do batismo do perdão dos pecados porque participava da comunidade humana curvada sob o pecado.
5. O batismo cristão não significa meramente perdão dos pecados, como o de João (muito menos mera bênção de saúde ou coisa semelhante). É participação no batismo de Cristo e na sua missão como servo de Deus, no Espírito. Nosso batismo deve levar-nos ao serviço de nossos irmãos. Ser batizado é tornar-se servo do Senhor com Cristo, o Servo por excelência.
6. A comunidade cristã assumiu o sinal do batismo por querer unir-se a Jesus, que, neste sinal, assumiu a vontade de Deus e sua missão. Participamos da missão do Servo e do Filho amado. Também nós fomos qualificados como filhos, embora, com a graça de Deus, ainda devamos “ tornar-nos plenamente o que somos chamados a ser” (oração final).
7. A liturgia de hoje nos faz ver no homem de Nazaré, o Servo e Filho de Deus, enviado para libertar da opressão o seu povo e testemunhar a graça de Deus para todos. Filho amado de Deus, luz para todos: sob este augúrio inicia-se a caminhada pelas estradas do nosso mundo e da nossa história.
Prof. Ângelo Vitório Zambon
domingo, 8 de janeiro de 2012
ABERTURA DO NOVENÁRIO DO SENHOR DO BONFIM
“Quis a providência divina que a festa fosse aberta com um sinal do céu e a chuva tão rápida foi certamente a palavra de Deus que nos dizia não tenhais medo eu estou convosco” disse D. Francisco ao abrir seus pronunciamentos no sermão de abertura do novenário.
O inicio de um ano novo é um verdadeiro Dom de Deus, pois nele resplandece o rosto de Jesus, num eloquente apelo a nós católicos bonfinenses reaviva o dom de Deus que há em ti, reaviva o dom de deus plantado em vossos corações plantado a 200 anos atrás pelos primeiros missionários na criação da paróquia do Senhor do Bonfim, plantado a partir daquela primeira ermida aqui edificado para que esse apelo da palavra se efetive e aconteça em nós esse dom necessitamos de algo muito precioso necessitamos de fazer uma experiência a experiência de estarmos na presença de Deus, essa já feita por Maria com seu sim generoso e humilde, já fizeram os pastores que se prostraram diante do que viram e ouviram diante das palhas da manjedoura de Belém , um menino cujo nome é Jesus o Deus que salva.
Nos antigos livros de tombo dessa freguesia conta que sua primeira capela fora erguia a tantos anos a séculos por ação misericordiosa ação corajosa ação missionária dos frades Franciscanos em 1697, graças ao espírito religioso e devoto desse povo aquela primeira capela construída no sino daquela pitoresca colina fora substituída em 1750 por Custódio Alves dos Reis, reconstruída não mais em palha, mas em pedra e cal, concluída em 1755, ao longo dos anos o povo vai reavivando o dom de Deus e vai se devotando cada vez mais ao Senhor do Bonfim e assumindo plenamente a sua missão, crendo em Deus pai todo poderoso, crendo em Jesus Cristo seu único filho nosso Senhor, crendo no Espírito Santo em quem Maria concebera, guardando firmemente o deposito da fé que professamos.
Neste ano de 2012, esta paróquia quase bicentenária e convidada a relançar com fidelidade e audácia a sua missão nessa complexidade de situações e ideologias deste nosso mundo a partir de um encontro pessoal e comunitário com Jesus que desperte discípulos e missionários conforme o documento de Aparecida, número 11, ardorosos, fervorosos nesses nossos dias, não tenhais medo proclama-nos o santo evangelho de Jesus Mateus 28,5, de partir para uma evangelização muito mais missionária.
Que essa nossa querida paróquia seja sempre o lugar onde os nosso fieis fazem esta experiência bonita e concreta com do encontro com Jesus, sendo casa e escola de comunhão, sendo verdadeiro espaço de iniciação cristã onde se aprende o catecismo como criança, como adolescente como jovem, como adulto, como ancião.
A noite que contou com a presença de várias autoridades do município, como prefeito, vice-prefeito, vereadores, todas as pastorais e movimentos da paróquia.
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